Trata-se do agricultor Zeca Viana, ele foi Incentivado pelo pré-candidato à sucessão estadual e amigo Otaviano Pivetta, vice-governador do Republicanos, a disputar uma vaga a AL, Zeca Viana é ex-deputado estadual que rompeu cm o então Governador no decorrer do mandato e fez ao governo vai entrar na disputar novamente por cadeira na Assembleia. Zeca ocupou dois mandatos seguidos, de 2011 a 2018, pelo PDT. Em 2018, tentou recondução ao cargo, mas, com apenas 12.603 votos nas urnas, saiu derrotado. Zeca teve uma breve atuação politica ,porem é irmão do ex-prefeito de Primavera do Leste, Getúlio Viana, e marido da ex-vereadora e atual vice-prefeita do município, Iva Viana. Hoje filiado ao Republicanos, o ex-deputado se anima para a nova disputa eleitoral. Ele terá o total apoio do prefeito Sérgio Machnic (PL), em retribuição ao apoio recebido que ajudou a eleger Machnic a prefeito.
Agora Primavera terá dois fortes candidatos a AL e concorrentes a estadual, o próprio Zeca e o ex-prefeito de primavera que foi derrotado por tabela na eleição 2024 quando tentou eleger seu vice prefeito para comandar o município, ou seja não demostra tanta força assim, Léo Bortolin (MDB) hoje é presidente da AMM, acredito que para concorrer devera deixar o cargo e ai mais uma vez medir força com Machinic, Zeca, Iva Viana e sua Equipe, ai sim teremos uma verdadeira avaliação do desempenho de Sergio Machinic no Municipio. .
A expectativa é de que, nesta etapa inicial, cerca de 100 pacientes que já possuem indicação médica e há anos aguardam pelo procedimento sejam atendidos.
Pela primeira vez, moradores de Barra do Garças, Torixoréu, Araguaiana, General Carneiro, Nova Xavantina, Novo São Joaquim, Pontal do Araguaia, Ponte Branca e Ribeirãozinho terão acesso a cirurgias bariátricas feitas na região, com estrutura pública e acompanhamento completo, sem a necessidade de enfrentar longas viagens até a capital. Um avanço que muda rotinas, reduz distâncias e devolve esperança a quem esperava há anos por essa chance.
Essa conquista é fruto de uma união de forças e compromissos. A primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, tem sido uma aliada incansável no fortalecimento do Programa Fila Zero, que viabilizou os R$ 18,8 milhões destinados ao Consórcio Intermunicipal de Saúde Garças/Araguaia. Desses, R$ 5,6 milhões já estão disponíveis em conta para dar início imediato aos atendimentos. O deputado Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, foi fundamental na articulação política para que o recurso chegasse à região. E à frente do consórcio, o prefeito de Torixoréu, Thiago Timo, tem liderado esse processo com visão e firmeza.
As primeiras cirurgias acontecem nos dias 7 e 8 de agosto, em Torixoréu e no centro cirúrgico do Hospital Municipal de Barra do Garças. A previsão é de que cerca de 100 pacientes, todos com indicação médica e há tempos aguardando pelo procedimento, sejam beneficiados já nesta primeira etapa. Pela primeira vez, todo o processo, da triagem à cirurgia, será feito nos próprios municípios. Uma mudança que representa mais do que praticidade: representa respeito e dignidade.
Thiago Timo tem se destacado como uma das principais vozes na luta pela saúde regional. Como presidente do consórcio, articulou os municípios, buscou recursos, acompanhou cada etapa. “Essa conquista não é só nossa. É de cada paciente que esperou, de cada família que sonhou com esse momento”, disse o prefeito.
O deputado Max Russi destacou que a iniciativa vai além do investimento em estrutura. “É esse tipo de ação que transforma a vida das pessoas. E o mais importante: transforma aqui, onde elas vivem”, afirmou.
O secretário de Saúde de Torixoréu, Magno Vieira, também comemorou esse momento histórico para a região. “Essa cirurgia bariátrica, para nós de Torixoréu, é um marco muito importante na nossa saúde, é um avanço muito grande. Essa cirurgia traz qualidade de vida e conforto para nossos pacientes de toda a região. Quero agradecer imensamente ao deputado Max, que sempre apoia Torixoréu, sempre investe no Araguaia. Sem ele, essas cirurgias não seriam realizadas”, afirma Vieira.
Discreta, mas firme, Virginia Mendes segue imprimindo sua marca em todas as regiões de Mato Grosso, especialmente nas mais distantes da capital. Em Barra do Garças, o Fila Zero já possibilitou milhares de cirurgias oftalmológicas, ortopédicas e agora avança para incluir também a bariátrica — uma das mais esperadas por pacientes com obesidade grave.
Mais do que um mutirão, o que começa agora no Araguaia é um novo modelo de cuidado: mais próximo, mais justo e mais humano. Porque saúde não pode esperar, e quem mais precisa não pode continuar sendo deixado para depois.
A enfermeira Danielle Carmona deve assumir o cargo de secretária de Saúde de Cuiabá após a saída de Lúcia Helena Barboza Sampaio, que pediu demissão nesta terça-feira (29/07).
Danielle ficou conhecida no meio político por sua proximidade com o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo. Carmona foi a interventora no segundo processo de intervenção sofrido pela saúde de Cuiabá, ocorrido por determinação judicial em dezembro de 2023.
À frente da pasta, ela acumulou polêmicas e denúncias de irregularidades. Com o fim da intervenção, Carmona deixou de cumprir 111 metas estipuladas pelo Ministério Público e pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
Entre os problemas encontrados no período em que Carmona esteve à frente da Saúde de Cuiabá, estavam a não exoneração de contratos temporários e o número insuficiente de servidores nomeados para cargos efetivos.
A intervenção também deixou de realizar o pagamento de adicional de insalubridade aos servidores e enfrentou problemas como a não reformulação do Prêmio Saúde e falhas estruturais em reformas de unidades básicas de saúde.
Segundo a decisão judicial que deu início à intervenção, 30 unidades básicas deveriam ter sido reformadas. Dessas, apenas 7 passaram por reformas. As unidades reformadas apresentaram problemas estruturais graves, como fissuras no gesso, vazamentos no telhado, parte elétrica incompleta e salas que precisaram ser isoladas por risco de desabamento.
Carmona também ficou conhecida devido à proliferação de pagamentos indenizatórios, sem licitação, durante sua gestão à frente da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Cuiabá.
A secretária chegou a ser ouvida na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada pela Câmara de Cuiabá para investigar os pagamentos indenizatórios, que totalizaram R$ 136 milhões.
Ela também foi denunciada pelo empresário Frederico Aurélio Bisco, dono da Síntese Comercial Hospitalar, por supostamente ter beneficiado a empresa MedTrauma nos contratos da prefeitura.
Frederico afirmou que a Síntese Comercial Hospitalar LTDA teve o contrato de fornecimento de próteses rompido pela gestão da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP) para beneficiar uma empresa administrada por médicos que operam, fiscalizam e encaminham os procedimentos para pagamento pela saúde da capital.
A MedTrauma chegou a ser alvo de investigação por suspeitas de fraude em licitação e formação de cartel na Secretaria de Estado de Saúde.
Carmona também foi denunciada por vereadores devido à compra de um placebo para pacientes em Cuiabá. Em resposta, ela afirmou que adquiriu acetilcisteína xarope do Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Rio Cuiabá (Cisvarc). No entanto, o consórcio entregou um suplemento alimentar que também recebe o nome de acetilcisteína.
“Não existe medicamento falso, não existe medicamento placebo; ele é um medicamento, é um suplemento alimentar reconhecido pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, declarou em entrevista no dia 30 de outubro.
Carmona também protagonizou um embate público com o ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), quando este acusou a intervenção de elevar os óbitos no Hospital São Benedito, em Cuiabá, e chamou os interventores de “nazistas”.
“Não tenho dúvidas de que transformaram o Hospital São Benedito em uma câmara de gás, um aumento de quase 100% no número de óbitos. Ele era utilizado como sala de espera da morte”, declarou. “Foi uma tragédia, pois eles são incompetentes, descompromissados, levianos, irresponsáveis e nazistas”, afirmou o prefeito.
Danielle processou Emanuel Pinheiro pela declaração, exigindo o pagamento de indenização de R$ 450 mil. Na época, Emanuel também afirmou que a intervenção deixou um déficit de R$ 183 milhões nos cofres da Secretaria, o que foi rebatido por Carmona.
“Primeiro, que esse rombo não existe; existe, sim, desencontro de informações”, declarou na época a interventora, logo após Emanuel reassumir o comando da Saúde do município.
O Ministério Público de Mato Grosso (MP-MT) investiga uma possível fraude envolvendo um ex-diretor da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP) nomeado pela gestão do prefeito Abilio Brunini (PL).
A denúncia, feita pelo ex-diretor Paulo Rós, aponta que durante a intervenção estadual o ex-diretor-geral Israel Silva Paniago e outros interventores teriam assinado documentos como diretores da Empresa Cuiabana quando ele ainda constava oficialmente como diretor, mesmo após sua exoneração em março de 2023.
Israel voltou a assumir o cargo de diretor-geral da ECSP na gestão do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), quando teria alterado os nomes dos representantes da Empresa Cuiabana sem alterar na Junta Comercial. O que, na visão, do denunciante seria mais uma irregularidade cometida.
Paulo Rós afirma que, embora tenha sido exonerado em 16 de março de 2023 pela interventora estadual Daniele Carmona, seu nome não foi removido dos registros oficiais da ECSP, como na Junta Comercial de Mato Grosso (Jucemat) e na Receita Federal. Ele relata que, mesmo após solicitar a regularização à Secretária de Saúde e presidente do Conselho de Administração da ECSP, Lúcia Helena Barboza, nenhuma medida foi tomada.
Assinaturas irregulares e alteração fraudulenta
Segundo a denúncia, Israel Silva Paniago, junto com outros co-interventores, teriam assinado empenhos e notas de despesas carimbando e rubricando por cima do nome de Paulo Rós, mantendo-o como responsável legal pelos atos da empresa.
O ex-gestor afirma que até hoje seu nome ainda consta como diretor da ECSP na Jucemat, conforme certidão apresentada pelo denunciante.
A situação veio à tona quando Paulo Rós teve a restituição do Imposto de Renda retida por débitos posteriores a sua gestão da ECSP, em 2023 e 2024, já que seu nome ainda estava vinculado à empresa. Além disso, ele alega que problemas no Serasa têm afetado sua vida pessoal e creditícia devido ao vínculo não encerrado. Rós também afirma que responde a uma ação de cobrança na Justiça Federal por débitos gerados após sua exoneração.
Na representação ao Ministério Público, o ex-diretor lista possíveis crimes cometidos pelos interventores, como: falsidade ideológica, fraude em documentos, improbidade administrativa e prevaricação.
Ele pede apuração dos fatos e responsabilização dos envolvidos, mas ressalta que não busca a anulação dos atos administrativos praticados desde sua exoneração para evitar “caos” nos hospitais geridos pela ECSP.
O que diz a Prefeitura de Cuiabá
A reportagem do PNB Online procurou a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) para esclarecer sobre a denúncia e a investigação. Em nota, a Secretaria afirmou que durante o período após a intervenção nenhuma providência foi tomada para resolver o problema.
Segundo a prefeitura, o processo na Junta Comercial é mais complexo e ajustes foram feitos nas atas das assembleias da ECSP para corrigir o problema.
“É importante frisar que não há nenhuma irregularidade ou ilegalidade no processo, mas sim um esforço da atual administração para organizar a documentação da empresa, que permaneceu por muito tempo desatualizada, sem que os diretores anteriores tomassem providências”, diz trecho da nota.
NOTA À IMPRENSA
A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá esclarece, em relação à investigação do Ministério Público sobre a suposta utilização do nome do ex-diretor da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), Paulo Rós. A situação relatada é fruto da ausência de regularização formal da composição da diretoria da empresa pelos gestores anteriores.
Durante o período após a intervenção na ECSP, nenhuma providência foi tomada para atualizar os registros da empresa junto à Receita Federal, Junta Comercial de Mato Grosso (JUCEMAT) e outros órgãos de controle, o que acabou resultando em pendências documentais que agora estão sendo devidamente corrigidas.
Com a atual gestão, as medidas necessárias para regularização estão em andamento: • A atual diretora geral da ECSP Thania Zanette já providenciou a atualização do cadastro da ECSP junto à Receita Federal, onde atualmente já consta o nome dela como responsável legal no CNPJ da empresa. • Quanto à Junta Comercial, o processo é mais complexo, pois exige que as atas de assembleias gerais estejam conforme o modelo exigido pela JUCEMAT. A primeira ata foi feita em janeiro, mas a Junta solicitou ajustes formais. Uma nova Assembleia Geral Extraordinária foi realizada e toda a documentação exigida já foi protocolada, com acompanhamento técnico do contador da empresa.
É importante frisar que não há nenhuma irregularidade ou ilegalidade no processo, mas sim um esforço da atual administração para organizar a documentação da empresa, que permaneceu por muito tempo desatualizada, sem que os diretores anteriores tomassem providências.
A atual gestão segue comprometida em regularizar todos os cadastros da ECSP – incluindo Receita Federal, Junta Comercial, Tribunal de Contas, FGTS, e-Social, entre outros – com total transparência e legalidade, corrigindo pendências herdadas de administrações anteriores.
O que diz Israel Silva Paniago
Questionado pela reportagem, Israel Silva Paniago declarou que começou o processo de alteração dos documentos este ano, mas deixou a gestão em abril de 2025. Ele lembrou que outros gestores da Saúde, após o período de intervenção, também não realiaram a alteração.
Israel também declarou que sua nomeação como interventor garantia plenos poderes para assinar documentos e contratos, mesmo sem ter alterado a direção da ECSP na Junta Comercial.
Bom dia.
Estou sabendo agora a respeito desta situação.
Mas a principio fui nomeado no período da intervenção como co-interventor da ECSP no período de 15 de março até 31 de dezembro de 2024 (por uma determinação judicial temporária) o que da legitimidade a assinatura de todos os contratos celebrados a época.
Em 2024 a gestão da ECSP voltou para a o município e no período foram nomeados outros 4 diretores (ano de 2024) que não fizeram a regularização junto a Receita Federal e JUSCEMAT.
Em 2025 fui nomeado ao cargo de Diretor Geral da ECSP, ficando de janeiro a abril de 2025, sendo iniciado o processo de mudança/alteração, mas como tive a saída da direção, foi solicitado novamente a alteração juntos aos órgãos, mas creio que ainda não deve ter finalizado.
Inclusive tenho cópia da Ata do Conselho Administrativo da ECSP e protocolo da JUSCEMAT onde conta essa alteração.
Carlos Henrique – Assessoria do vereador Eduardo Magalhães
O Projeto Tarifa Zero, de autoria do vereador Eduardo Magalhães (Republicanos), já apresenta resultados expressivos em Cuiabá. De acordo com dados da Associação Matogrossense dos Transportadores Urbanos (MTU), a iniciativa beneficiou mais de 78 mil pessoas somente no mês de junho.
A proposta, que garante gratuidade no transporte coletivo aos domingos, foi aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL), por meio da Lei nº 7.248. Desde sua implantação, o projeto tem ampliado o acesso da população à mobilidade urbana, especialmente em um dos dias mais estratégicos da semana.
“É gratificante ver que essa iniciativa tem gerado benefícios reais para a população. Quando falamos em Tarifa Zero, não é apenas sobre economizar no transporte, mas sobre garantir que mais famílias tenham acesso ao lazer, ao trabalho, à cidade. É saber que cada domingo agora pode ser vivido com mais dignidade”, afirmou o vereador Eduardo Magalhães.
O benefício é válido exclusivamente aos domingos e está condicionado ao uso do Cartão Transporte. A iniciativa visa promover inclusão social, reduzir os custos de deslocamento e fortalecer a participação cidadã nos espaços urbanos.
Além da triagem, os profissionais receberam orientações e, em alguns casos – mediante a necessidade – foram encaminhados para acompanhamento nas unidades de saúde
Em homenagem ao Dia Nacional do Taxista, comemorado nesta sexta-feira (25), a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou uma ação especial voltada aos profissionais que atuam no ponto do Aeroporto Internacional Marechal Rondon. A iniciativa é fruto de um projeto do vereador Rogerinho Dakar (PSDB), intitulado “Dia Saúde”, que busca aproximar os serviços de saúde da categoria.
Durante toda a manhã, a equipe da Secretaria Municipal de Saúde esteve no local aferindo pressão arterial, testando a glicemia, atualizando a caderneta vacinal e prestando atendimento médico inicial aos taxistas. Além da triagem, os profissionais receberam orientações e, quando necessário, foram encaminhados para acompanhamento nas unidades de saúde.
A prefeita Flávia Moretti (PL) também esteve presente na ação e destacou a importância da parceria entre o Executivo e o Legislativo para garantir iniciativas que impactam diretamente na vida dos trabalhadores. “Essa é uma homenagem carregada de cuidado. Parabenizo o vereador Rogerinho Dakar por essa atitude. Trazer a saúde para mais perto do trabalhador é o caminho certo para uma gestão humanizada e eficiente.”
Segundo o vereador Rogerinho Dakar, o projeto foi criado com o propósito de reconhecer e cuidar dos taxistas, que muitas vezes deixam a própria saúde de lado diante da correria do dia a dia. “É uma categoria centenária, que presta um serviço essencial à população, e que muitas vezes, não tem tempo de procurar um médico. Quando a saúde vai até eles, isso representa cuidado e valorização”, destacou.
A secretária de Saúde, Deisi Bocalon, ressaltou que ações como essas estão alinhadas ao compromisso da gestão municipal em estar cada vez mais próxima da população. “A saúde precisa estar onde o povo está. Sempre que houver ações que a saúde puder somar, estaremos presentes com vacinação, acolhimento e acompanhamento. Esse é o nosso dever.”
Representando os taxistas, o presidente da Cooperativa dos Taxistas do Aeroporto, José Luiz Cavalcante, agradeceu pela atenção da administração pública para com os profissionais do volante. “É um projeto louvável. São mais de 100 motoristas cooperados e, aqui no ponto do Aeroporto, temos em média 42 que estão diariamente na lida, recebendo os passageiros que chegam ao nosso Estado. Esse olhar do vereador Rogerinho é muito importante para nós”, celebrou.
Márcio Frederico, superintendente de Atenção Primária, também acompanhou a ação. “Esse é o papel da atenção básica: cuidar de perto da população. Hoje estamos aqui com vacinação, aferição de pressão, atendimento médico e isso é gratificante. Estar junto da comunidade, principalmente de quem vive na correria como os taxistas, é fundamental”, comentou.
A taxista Fátima da Silva, que atua há três anos na profissão, também aproveitou os serviços ofertados pela ação e avaliou a iniciativa como extremamente necessária. “Nossa rotina é muito corrida, às vezes não dá tempo de parar para cuidar da saúde. Já conheci colegas com diabetes e pressão alta. Por isso esse olhar da saúde para a gente é muito importante. Hoje aproveitei para atualizar minhas vacinas e já estou com tudo em dia.”
Andressa Sales – Assessoria do vereador Demilson Nogueira
O vereador Demilson Nogueira (PP) destacou a necessidade de uma solução definitiva para as demandas dos profissionais da educação municipal. O parlamentar informou que, atendendo aos apelos dos vereadores, o prefeito Abílio determinou a retirada de tramitação do projeto que tratava do tema.
Segundo Demilson, os recursos para atender a categoria já estão previstos no orçamento em execução.
“No orçamento atual, existem aproximadamente R$ 90 milhões que podem ser remanejados. Até então, ao meu ver, nada foi remanejado, pois recentemente esta Casa aprovou crédito especial mesmo com autorização já existente para movimentação no orçamento”, afirmou.
O vereador reforçou que a solução está dentro do próprio planejamento orçamentário e informou que haverá uma reunião com o prefeito nos próximos dias.
“Estamos confiantes de que, na quarta-feira, o prefeito apresentará uma proposta que resolva de vez essa pendência com os professores. Nosso objetivo é encerrar essa discussão e garantir os direitos da categoria”, completou Demilson.
Débora Inácio – Assessoria da vereadora Michelly Alencar
Na manhã desta quarta-feira (23.07), a vereadora Michelly Alencar participou de uma reunião de alinhamento para definir o cronograma, o fluxo de execução e os indicadores do projeto “Horta nas Escolas”, que será implantado na rede municipal de ensino de Cuiabá. O encontro, realizado na Secretaria Municipal de Educação, definiu os últimos detalhes da iniciativa, que tem como objetivo promover a educação ambiental, incentivar a alimentação saudável e ampliar a conscientização sobre sustentabilidade entre as crianças.
A primeira unidade a receber o projeto será a Escola Municipal Antônia Tita Maciel de Campos, localizada no bairro Jardim Florianópolis, com inauguração prevista para o dia 20 de agosto. Além disso, outras 10 hortas devem ser implantadas até o fim do ano em diferentes escolas da capital.
“Estamos saindo da reunião com o coração cheio de expectativa, porque a nossa horta vai dar certo. Finalizamos os ajustes e já temos data marcada para inaugurar a primeira horta na Escola Antônia Tita. Tenho certeza de que essa iniciativa fará toda a diferença no manejo, na educação e na conscientização ambiental das nossas crianças”, destacou a vereadora.
Michelly também agradeceu aos parceiros do projeto, entre eles as Secretarias Municipais de Educação, Meio Ambiente, Agricultura e Trabalho, além da Empaer. A parlamentar também reconheceu o apoio do vice-governador Otaviano Pivetta, que se comprometeu com o fortalecimento da ação.
“O comprometimento de cada parceiro é essencial para o sucesso do projeto. Nosso objetivo é transformar as hortas em verdadeiras salas de aula a céu aberto, despertando o interesse dos estudantes pelo cultivo e pela preservação do meio ambiente”, reforçou.
O projeto “Horta nas Escolas” é resultado de uma articulação da vereadora Michelly Alencar com os órgãos envolvidos, e tem como foco a implantação de práticas pedagógicas sustentáveis, promovendo hábitos saudáveis desde a infância.
Representantes das categorias se reuniram com o governo e deputados nesta terça-feira.
Em reunião realizada no fim da manhã desta terça-feira (22), o deputado estadual e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Dr. João (MDB), participou de um importante encontro entre representantes do Samu, do Corpo de Bombeiros Militar, do Governo do Estado e o deputado Paulo Araújo (PP). O objetivo foi alinhar os pontos de divergência sobre a implementação do termo de cooperação técnica que trata da atuação integrada no atendimento pré-hospitalar em Mato Grosso.
O parlamentar defendeu o fortalecimento do diálogo para garantir que o principal beneficiado seja o cidadão. “O avanço no diálogo foi muito importante. O que estamos discutindo aqui é o bem comum. A ideia apresentada é simples: que o Corpo de Bombeiros cuide da sua parte e o Samu da sua, com cada um fazendo sua gestão, mas com trabalho articulado. No fim das contas, queremos atender melhor a população”, afirmou Dr. João.
Embora haja consenso sobre a importância da parceria, representantes do Samu alertaram para a necessidade de respeitar os fluxos operacionais distintos de cada instituição. Eles demonstraram preocupação com trechos do termo que tratam do gerenciamento operacional conjunto, argumentando que não pode haver subordinação entre profissionais de estruturas diferentes, com legislações, carreiras e organogramas próprios.
“É preciso deixar claro que o Samu e o Corpo de Bombeiros devem atuar de forma integrada, mas sem sobreposição. Cada um precisa manter sua autonomia administrativa e operacional”, pontuou um dos técnicos presentes.
O presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde, Carlos Mesquita, também participou da reunião e afirmou que, em outros estados, a implantação desse tipo de termo segue cronogramas progressivos, com etapas claras e bem definidas. Ele chamou atenção para a velocidade com que o processo vem sendo conduzido em Mato Grosso, o que tem gerado insegurança entre os profissionais.
Há ainda relatos de questionamentos sobre condutas médicas por parte de integrantes do Corpo de Bombeiros, o que reforça a necessidade de delimitar responsabilidades. Uma das sugestões levadas à mesa é que o gerenciamento administrativo das ações permaneça dividido: o Samu segue com sua estrutura e o Bombeiro com a sua, respeitando os fluxogramas e competências específicas.
Dr. João se comprometeu a continuar atuando como facilitador entre as instituições, acompanhando de perto as próximas etapas da discussão. “Nosso papel é garantir que o processo seja construído de forma coletiva, transparente e segura. Só assim teremos um atendimento de urgência eficiente, digno e respeitoso com quem está na ponta”, finalizou.
O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, se comprometeu a estudar as mudanças no termo junto ao governador Mauro Mendes.
O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, também esteve presente na reunião.
O prazo para adequação é de 180 dias a partir da publicação da lei.
Foto: Rodrigo Prates
Um passo importante pela inclusão foi dado na semana passada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Aprovado, em segunda votação, o projeto de lei do presidente da Casa, deputado Max Russi (PSB), que garante o direito das pessoas com deficiência à formação adequada para obtenção da carteira de habilitação. A proposta já sancionada virou a Lei nº 12.964/2025 e estabelece regras para que os Centros de Formação de Condutores (CFCs) estejam preparados para atender esse público.
De acordo com o texto, as autoescolas que possuírem mais de dez veículos devem oferecer, obrigatoriamente, ao menos um carro adaptado e um instrutor capacitado para ministrar as aulas práticas. Já os CFCs com estrutura menor poderão firmar parcerias para garantir o atendimento. O objetivo é simples: assegurar que nenhuma pessoa com deficiência seja impedida de tirar sua CNH por falta de estrutura adequada.
“Esse projeto nasce da escuta e da sensibilidade. Não dá mais para aceitar que alguém tenha seu direito de ir e vir limitado por falta de acessibilidade. A inclusão precisa sair do discurso e virar prática”, destacou Max Russi durante a votação.
A lei determina ainda que os veículos adaptados devem contar com comandos manuais, como empunhadura de volante, alavanca de freio e acelerador, além de câmbio automático e demais itens exigidos por segurança. Tudo isso sem que haja qualquer cobrança extra ao aluno com deficiência.
O Detran-MT será responsável por regulamentar os detalhes da aplicação da norma, garantindo que os CFCs cumpram o que está previsto. O prazo para adequação é de 180 dias a partir da publicação da lei.
Para Max Russi, a proposta vai além de uma adequação legal. “É uma conquista social. Estamos falando de dignidade, de autonomia e de respeito. Pessoas com deficiência têm o direito de dirigir, de viver com liberdade. E o papel do poder público é garantir que esse direito seja possível”, afirmou o parlamentar.