Categoria: politica

  • A democracia e a soberania brasileiras são inegociáveis, afirma Lula em artigo no New York Times

    A democracia e a soberania brasileiras são inegociáveis, afirma Lula em artigo no New York Times

    Presidente brasileiro defendeu o multilaterialismo como melhor caminho para as relações entre os países. Tarifaço também foi abordado no artigo.

    Em artigo publicado neste domingo (14.09) no jornal The New York Times com o título Democracia e Soberania Brasileiras São Inegociáveis, o presidente Lula rebateu os argumentos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a respeito do tarifaço imposto aos produtos brasileiros pelos Estados Unidos.

    Lula ressaltou que nos últimos 15 anos, os Estados Unidos registraram um superávit de US$ 410 bilhões nas relações comerciais com o Brasil. Também disse que não há excessos nas cobranças de tarifas por parte do Brasil e que aproximadamente 75% das exportações aos Estados Unidos para o Brasil são isentas de impostos.

    O presidente brasileiro defendeu o multilaterialismo como melhor caminho para as relações entre os países, apontou os números favoráveis aos Estados Unidos na balança comercial entre os dois países e disse que a decisão de taxar os produtos brasileiros é política.

    Ao tratar a questão como política, Lula fez uma forte defesa da soberania brasileira e do judiciário.

    Ele criticou tanto as acusações de Trump de perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro – condenado a 27 anos de cadeia por tramar um golpe de estado –, quanto os esforços de regulamentação das chamadas big techs, grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos.

    Outro ponto defendido pelo presidente Lula foi a implementação do sistema de pagamentos digital, o PIX, que possibilitou a inclusão financeira de milhares de cidadãos e empresas do país. Além de facilitar as transações e estimular a economia.

    A Amazônia foi outro tema tratado pelo brasileiro no artigo, recordando que nos últimos dois anos a taxa de redução do desmatamento caiu pela metade e que, no ano passado, a polícia brasileira apreendeu milhões de dólares utilizados em esquemas criminosos contra o meio ambiente.

    Por fim, o presidente Lula reafirmou a disposição de o Brasil negociar o tema das tarifas com os Estados Unidos, recordou que os dois países mantêm relações há mais de 200 anos, sendo que as diferenças ideológicas não podem prejudicar o trabalho conjunto das duas nações.

    Leia a íntegra do artigo publicado neste domingo no jornal norte-americano New York Times:

    A democracia e a soberania brasileiras são inegociáveis

    Decidi escrever este ensaio para estabelecer um diálogo aberto e franco com o presidente dos Estados Unidos. Ao longo de décadas de negociação, primeiro como líder sindical e depois como presidente, aprendi a ouvir todos os lados e a levar em conta todos os interesses em jogo. Por isso, examinei cuidadosamente os argumentos apresentados pelo governo Trump para impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.

    A recuperação dos empregos americanos e a reindustrialização são motivações legítimas. Quando, no passado, os Estados Unidos levantaram a bandeira do neoliberalismo, o Brasil alertou para seus efeitos nocivos. Ver a Casa Branca finalmente reconhecer os limites do chamado Consenso de Washington, uma prescrição política de proteção social mínima, liberalização comercial irrestrita e desregulamentação generalizada, dominante desde a década de 1990, justificou a posição brasileira.

    Mas recorrer a ações unilaterais contra Estados individuais é prescrever o remédio errado. O multilateralismo oferece soluções mais justas e equilibradas. O aumento tarifário imposto ao Brasil neste verão não é apenas equivocado, mas também ilógico. Os Estados Unidos não têm déficit comercial com o nosso país, nem estão sujeitos a tarifas elevadas. Nos últimos 15 anos, acumularam um superávit de US$ 410 bilhões no comércio bilateral de bens e serviços. Quase 75% das exportações dos EUA para o Brasil entram isentas de impostos. Pelos nossos cálculos, a tarifa média efetiva sobre produtos americanos é de apenas 2,7%. Oito dos 10 principais itens têm tarifa zero, incluindo petróleo, aeronaves, gás natural e carvão.

    A falta de justificativa econômica por trás dessas medidas deixa claro que a motivação da Casa Branca é política. O vice-secretário de Estado, Christopher Landau, teria dito isso no início deste mês a um grupo de líderes empresariais brasileiros que trabalhavam para abrir canais de negociação. O governo americano está usando tarifas e a Lei Magnitsky para buscar impunidade para o ex-presidente Jair Bolsonaro, que orquestrou uma tentativa fracassada de golpe em 8 de janeiro de 2023, em um esforço para subverter a vontade popular expressa nas urnas.

    Tenho orgulho do Supremo Tribunal Federal (STF) por sua decisão histórica na quinta-feira, que salvaguarda nossas instituições e o Estado Democrático de Direito. Não se tratou de uma “caça às bruxas”. A decisão foi resultado de procedimentos conduzidos em conformidade com a Constituição Brasileira de 1988, promulgada após duas décadas de luta contra uma ditadura militar. A decisão foi resultado de meses de investigações que revelaram planos para assassinar a mim, ao vice-presidente e a um ministro do STF. As autoridades também descobriram um projeto de decreto que teria efetivamente anulado os resultados das eleições de 2022.

    O governo Trump acusou ainda o sistema judiciário brasileiro de perseguir e censurar empresas de tecnologia americanas. Essas alegações são falsas. Todas as plataformas digitais, nacionais ou estrangeiras, estão sujeitas às mesmas leis no Brasil. É desonesto chamar regulamentação de censura, especialmente quando o que está em jogo é a proteção de nossas famílias contra fraudes, desinformação e discurso de ódio. A internet não pode ser uma terra de ilegalidade, onde pedófilos e abusadores têm liberdade para atacar nossas crianças e adolescentes.

    Igualmente infundadas são as alegações do governo sobre práticas desleais do Brasil no comércio digital e nos serviços de pagamento eletrônico, bem como sua suposta falha em aplicar as leis ambientais. Ao contrário de ser injusto com os operadores financeiros dos EUA, o sistema de pagamento digital brasileiro, conhecido como PIX, possibilitou a inclusão financeira de milhões de cidadãos e empresas. Não podemos ser penalizados por criar um mecanismo rápido, gratuito e seguro que facilita as transações e estimula a economia.

    Nos últimos dois anos, reduzimos a taxa de desmatamento na Amazônia pela metade. Só em 2024, a polícia brasileira apreendeu centenas de milhões de dólares em ativos usados em crimes ambientais. Mas a Amazônia ainda estará em perigo se outros países não fizerem a sua parte na redução das emissões de gases de efeito estufa. O aumento das temperaturas globais pode transformar a floresta tropical em uma savana, interrompendo os padrões de precipitação em todo o hemisfério, incluindo o Centro-Oeste americano.

    Quando os Estados Unidos viram as costas para uma relação de mais de 200 anos, como a que mantêm com o Brasil, todos perdem. Não há diferenças ideológicas que impeçam dois governos de trabalharem juntos em áreas nas quais têm objetivos comuns.

    Presidente Trump, continuamos abertos a negociar qualquer coisa que possa trazer benefícios mútuos. Mas a democracia e a soberania do Brasil não estão em pauta. Em seu primeiro discurso à Assembleia Geral das Nações Unidas, em 2017, o senhor afirmou que “nações fortes e soberanas permitem que países diversos, com valores, culturas e sonhos diferentes, não apenas coexistam, mas trabalhem lado a lado com base no respeito mútuo”. É assim que vejo a relação entre o Brasil e os Estados Unidos: duas grandes nações capazes de se respeitarem mutuamente e cooperarem para o bem de brasileiros e americanos.

    Fonte: PnbOniline

  • Max garante ônibus escolar para zona rural de Jauru

    Max garante ônibus escolar para zona rural de Jauru

    veículo vai atender mais de 40 estudantes

    Max garante ônibus escolar para zona rural de Jauru

    A educação de Jauru vai ser reforçada com a aquisição de um novo ônibus escolar articulado pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB). Esse foi um pedido do prefeito Passarinho (UB) para reforçar a frota escolar que percorre mais de mil quilômetros na zona rural e urbana do município.

    “O município de Jauru vem passando uma situação muito complicada em relação ao transporte escolar, nós temos uma grande quantidade de linhas de ônibus, são em torno de 18 linhas rurais e este ônibus chega em ótima hora”, comemorou o prefeito Passarinho ao receber o veículo.

    Ainda na oportunidade, Passarinho também aproveitou para agradecer a parceria do presidente da ALMT com o município. “Quero agradecer do deputado Max e o governador Mauro Mendes por esse trabalho estamos fazendo pelo município”, declarou

    O novo ônibus conta com assentos adaptados para atender pessoas com deficiência e ar-condicionado, o que irá garantir mais segurança e qualidade de vida no deslocamento dos alunos até a escola.

    “Tenho um carinho muito grande pela cidade de Jauru e poder auxiliar nossas crianças com mais um veículo é motivo de muita felicidade para mim. Não é só um ônibus, é a dignidade que estamos proporcionando às nossas crianças”, disse Max, presidente da ALMT.

    A entrega do veículo ocorreu ontem (11) em Cuiabá e contou com a presença da secretária adjunta de educação municipal, Jaiane Rodrigues, e do chefe de gabinete Otávio Lana.

    Fonte: Max Russi

  • Max recebe produtores rurais para tratar sobre o uso sustentável de áreas úmidas de MT

    Max recebe produtores rurais para tratar sobre o uso sustentável de áreas úmidas de MT

    Insegurança jurídica é preocupação do setor

    Max recebe produtores rurais para tratar sobre o uso sustentável de áreas úmidas de MT

    Créditos: Toko PH

    O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), se reuniu com os presidentes do sindicato rural de Primavera do Leste, Marcos Bravin, da Aprosoja, Lucas Beber, da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Tomain, e o deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos), nesta terça-feira (9) para reforçar o debate  na busca por soluções do impasse técnico das áreas úmidas em Mato Grosso.

    “Hoje, os produtores estão se sentindo inseguros com a falta de legislação. Nós tínhamos uma lei, mas ela foi revogada e não tem outra para substituir.”, disse o presidente do sindicato rural de Primavera, Marcos Bravin.

    Ele se refere às fiscalizações de áreas que possuem drenos e estão tendo suas renovações de licenças para plantio negadas, devido à ausência de uma legislação por parte da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), que autorize o produtor a continuar utilizando a área. A estimativa é que a extensão impactada no estado passe de quatro milhões e oitocentos mil hectares.

    Durante a reunião, o deputado Max reforçou seu compromisso na busca por soluções definitivas no uso sustentável dessas terras no estado. “Nós não podemos aceitar que essa situação perdure por mais tempo. O produtor precisa ter a tranquilidade de poder produzir na sua terra sem que haja o medo de ser multado. Junto com os deputados Moretto e Dr. Eugênio, vamos seguir procurando alternativas para o setor”, assegurou o presidente da Assembleia Legislativa.

    Em agosto, o presidente da ALMT participou do seminário jurídico de pós-graduação do manejo de áreas úmidas realizado na Sema, que permitiu a apresentação dos estudos realizados pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), com o financiamento do duodécimo da Assembleia, que viabilizou o desenvolvimento de pesquisas para que houvessem base científica e segurança jurídica.

    Também participaram da reunião o presidente da Câmara de Vereadores de Primavera do Leste, Marco Aurélio (PRD), e o diretor-executivo do Fórum Mato-grossense da Agropecuária, Xisto Bueno.

    Fonte: Max Russi

  • NOTA DE ESCLARECIMENTO

    NOTA DE ESCLARECIMENTO

    NOTA DE ESCLARECIMENTO

    Arquivo ALMT

    A mesa diretora da Assembleia Legislativa, por meio do seu presidente, deputado Max Russi, esclarece que foram aprovados dois requerimentos equivalentes sobre a criação de uma comissão a respeito do feminicídio. A primeira, de autoria do deputado Gilberto Cattani (PL), na sessão matutina e a segunda, pela deputada Edna Sampaio (PT), na vespertina.

    Diante disso, o presidente solicitou para que a Procuradoria da Casa emita um parecer jurídico orientando qual ação deve ser tomada. Mas, vale ressaltar, que está descartada a criação de duas comissões especiais sobre o mesmo assunto respeitando o regimento interno desta Casa de Leis.

    A Presidência da ALMT também recebeu uma solicitação dos deputados Dilmar Dal Bosco (UB) e o deputado Lúdio Cabral (PT), para que fossem unidas em uma comissão preservando como membros requerentes.

    A previsão é que o parecer saia nos próximos dias. Após isso, os líderes de cada bloco deverão indicar os membros que irão compor a comissão.

  • Decisão do STF contra Moratória da Soja segue linha de defesa feita por Max Russi no Senado

    Decisão do STF contra Moratória da Soja segue linha de defesa feita por Max Russi no Senado

    O voto do ministro foi recebido como mais um passo importante para essa conquista histórica do setor produtivo

    Decisão do STF contra Moratória da Soja segue linha de defesa feita por Max Russi no Senado

    Foto: Toko PH

    O Supremo Tribunal Federal retomou o julgamento da Medida Cautelar da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7774/MT chamada Moratória da Soja em Mato Grosso. O tema, que vinha mobilizando produtores e lideranças do agronegócio em todo o país, ganhou um contorno político especial: o voto-vista do ministro Dias Toffoli cita o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi, além de utilizar os argumentos defendidos por ele, meses antes em audiência no Senado Federal.

    Na ocasião, Max Russi alertou que a moratória, assim como o acordo da carne, penalizava justamente quem fazia a coisa certa. Produtores que cumprem as regras ambientais e trabalhistas estavam sendo excluídos do mercado por exigências privadas e internacionais, impostas à margem da lei brasileira. “Não é justo que quem respeita a legislação seja tratado como inimigo. O nosso Código Florestal é um dos mais rígidos do mundo. O produtor de Mato Grosso preserva, gera empregos, garante alimentos na mesa do brasileiro e ainda sustenta a balança comercial”, afirmou.

    No voto, Toffoli reforçou essa linha de raciocínio. Reconheceu que a legislação ambiental brasileira já estabelece exigências severas, como a manutenção da reserva legal nas propriedades rurais, e lembrou que cabe ao Congresso e às Assembleias Legislativas definir limites de exploração econômica, não a empresas privadas. O ministro também destacou os efeitos perversos da moratória sobre pequenos e médios agricultores, que ficavam praticamente alijados do mercado de exportação por dependerem das grandes tradings signatárias do acordo.

    O voto do ministro foi recebido como mais um passo importante para essa conquista histórica do setor produtivo. Em Mato Grosso, maior produtor de soja do país, a leitura é de que o tribunal caminha para devolver previsibilidade e segurança jurídica a quem investe e trabalha dentro da lei. “Sempre defendemos que o Brasil já tem regras duras e claras. O que precisamos é respeitar a lei, não criar barreiras artificiais que só prejudicam a competitividade do produtor”, resumiu Max Russi

    O julgamento projeta Mato Grosso no centro de um debate nacional sobre soberania regulatória, desenvolvimento econômico e preservação ambiental. E reforça que a voz do Parlamento estadual, quando ecoa no Senado e chega ao Supremo, pode moldar o futuro de milhões de brasileiros que vivem do campo.

    O julgamento, em sessão virtual no STF, começou no dia 22/08 e terminará 29/08. Já votaram pela derrubada da moratória da soja o Relator Ministro Flávio Dino, os Ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Faltam votar os Ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Nunes Marques, André Mendonça, Cristiano Zanin.

    Fonte: Max Russi

  •                   ANTERO PODE SER              CANDIDATO EM 2026

                      ANTERO PODE SER              CANDIDATO EM 2026

    O ex-vereador, ex-Deputado federal Constituinte ex-Senador e Ex-secretário em pelo menos duas pastas do Governo Dante de Oliveira, Jornalista, apresentador e Locutor (hoje) da Radio Cultura FM do Jornal  da Manha  Antero Paes de Barros Neto, concedeu uma entrevista especial ao Programa Variados Resumo da Semana na Radio Cuiabanafm106.5. O programa foi ao ar hoje dia 23 de agosto as 8:30 da manha no  comando  Gilson Alves e Eduarda Santos, durante toda a entrevista foram debatidos vários assuntos: Esporte, Jornalismo e Política, uma vez que o entrevistado atua em todas essas áreas.

    No esporte falou-se sobre o Mixto Esporte Clube desde sua fundação através do seu Pai  saudoso Ranulfo Paes de  que deu sua vida em favor do time e hoje Antero seus irmãos e o Dorileo Leal continuam atuando para elevar a agremiação para a serie D e a família Paes de Barros montou um ct para apoiar o time.

    No Jornalismo Ele esclareceu seu começo de carreira nos anos 60 como narrador de futebol e depois atuou em vários veículos de imprensa  em Cuiabá ,jornais Rádios e Televisão, foi atuando no Jornal, cobrindo matérias politicas na assembleia que em 1982 que  recebeu o Convite para ser candidato a vereador por Cuiabá  , convite este vindo do então Deputado Estadual e Lider da bancada do MDB Dante De Oliveira, após ser aprovado nas urnas para vereança veio o desafio de se candidatar a Deputado Federal(constituinte ) em 1986 vindo a ser também aprovado pela população e em sua atuação recebeu nota dez do (diap) após deixar a Câmara federal foi chamado por Dante para ser Chefe da Casa Civil e depois Secretario de Comunicação no Governo do Dante, em 1998 Antero volta a candidatar-se ao Senado da Republica onde após eleito permanece 8 anos assim após esse tempo deixa a politica partidária como candidato e passa a trabalhar no marketing político  e nesse tempo elegeu 4 candidatos em Cuiabá.

    Atuando hoje na profissão de radialista e empresário do ramo de marketing   e gozando de boa saúde

    Ao final da entrevista, Antero  fez uma breve análise política da atual Gestão de Cuiabá que segundo ele esta sendo até o momento reprovada e do Governo Mauro Mendes que tem uma atuação parcialmente Boa, nesse momento indagamos  sobre o seu futuro politico e o que Mato Grosso poderia esperar do Antero, a isso ele respondeu que ainda não esta discutindo politica e que esta analisando se ajuda mais sendo candidato ou trabalhando nos bastidores, porem não negou que pode ser um dos candidatos do PSD ,partido onde se encontra filiado nesse momento.

    Opinião minha: como toda essa Historia e Passado de vitorias acredito que ou Estadual ou federal ele vai encarar.

    Gilson Alves

    www.variadosnoticias.com.br

    você pode conferir também a entrevista através do link abaixo

    youtube em poucaspalavras comentário variados           

  • Projeto de Max Russi que garante formação para pessoas com deficiência nas autoescolas é sancionado

    Projeto de Max Russi que garante formação para pessoas com deficiência nas autoescolas é sancionado

    O prazo para adequação é de 180 dias a partir da publicação da lei.

    Projeto de Max Russi que garante formação para pessoas com deficiência nas autoescolas é sancionado

    Foto: Rodrigo Prates

    Um passo importante pela inclusão foi dado na semana passada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Aprovado, em segunda votação, o projeto de lei do presidente da Casa, deputado Max Russi (PSB), que garante o direito das pessoas com deficiência à formação adequada para obtenção da carteira de habilitação. A proposta já sancionada virou a Lei nº 12.964/2025 e estabelece regras para que os Centros de Formação de Condutores (CFCs) estejam preparados para atender esse público.

    De acordo com o texto, as autoescolas que possuírem mais de dez veículos devem oferecer, obrigatoriamente, ao menos um carro adaptado e um instrutor capacitado para ministrar as aulas práticas. Já os CFCs com estrutura menor poderão firmar parcerias para garantir o atendimento. O objetivo é simples: assegurar que nenhuma pessoa com deficiência seja impedida de tirar sua CNH por falta de estrutura adequada.

    “Esse projeto nasce da escuta e da sensibilidade. Não dá mais para aceitar que alguém tenha seu direito de ir e vir limitado por falta de acessibilidade. A inclusão precisa sair do discurso e virar prática”, destacou Max Russi durante a votação.

    A lei determina ainda que os veículos adaptados devem contar com comandos manuais, como empunhadura de volante, alavanca de freio e acelerador, além de câmbio automático e demais itens exigidos por segurança. Tudo isso sem que haja qualquer cobrança extra ao aluno com deficiência.

    O Detran-MT será responsável por regulamentar os detalhes da aplicação da norma, garantindo que os CFCs cumpram o que está previsto. O prazo para adequação é de 180 dias a partir da publicação da lei.

    Para Max Russi, a proposta vai além de uma adequação legal. “É uma conquista social. Estamos falando de dignidade, de autonomia e de respeito. Pessoas com deficiência têm o direito de dirigir, de viver com liberdade. E o papel do poder público é garantir que esse direito seja possível”, afirmou o parlamentar.

    Fonte: Max Russi

  • Câmara de Cuiabá celebra Dia do Estagiário com entrega de certificados

    Câmara de Cuiabá celebra Dia do Estagiário com entrega de certificados

    Vinicius Ferreira – SECOM/Câmara Municipal de Cuiabá

    A Câmara Municipal de Cuiabá, por meio da Escola do Legislativo, promoveu nesta segunda-feira (18) uma solenidade em comemoração ao Dia do Estagiário. Durante o evento, foram entregues certificados em reconhecimento ao empenho e à dedicação dos estudantes que atuam diariamente no Legislativo.

    Os estagiários desenvolvem suas atividades em diferentes secretarias da Casa de Leis, contribuindo para o funcionamento institucional e adquirindo experiências práticas que fortalecem sua formação profissional.

    A presidente da Câmara, vereadora Paula Calil (PL), ressaltou a relevância do estágio como ferramenta de aprendizado.

    “Os estagiários são parte essencial do nosso trabalho diário. Essa é uma oportunidade de crescimento para eles e, ao mesmo tempo, um ganho para o Legislativo, que conta com novas ideias e energia jovem. Temos muitos que começaram como estagiários e hoje são colaboradores da Casa”, afirmou Paula.

    Para a coordenadora da Escola do Legislativo, Amanda Fares, a cerimônia simbolizou reconhecimento e valorização.

    “É uma forma de agradecer pelo trabalho que os estudantes realizam e também destacar o papel dos supervisores, que orientam e acompanham as atividades. O estagiário tem grande valor para a Câmara Municipal de Cuiabá”, declarou Fares.

    O estagiário da presidência, João Luiz Gonçalves de Matos, também destacou a importância da homenagem.

    “Esse momento valoriza a experiência do estágio, que é uma oportunidade de estar inserido em um órgão público e conhecer sua dinâmica interna. Tenho aprendido muito e tem sido uma vivência muito valiosa”, enfatizou João.

    A iniciativa reforça o compromisso do Legislativo cuiabano em incentivar a formação dos estudantes e reconhecer o papel fundamental que desempenham dentro da instituição.

  • Max Russi defende segurança jurídica e diálogo em seminário sobre demarcação de terras indígenas

    Max Russi defende segurança jurídica e diálogo em seminário sobre demarcação de terras indígenas

    O presidente da ALMT reafirmou que a Casa está ao lado dos produtores rurais e que continuará defendendo o equilíbrio entre a produção agropecuária e a preservação ambiental

    O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi, participou na manhã da última quinta-feira (14) do Seminário Justiça Territorial: respeito aos direitos civis nos processos de demarcação de terras indígenas, realizado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT). O evento reuniu prefeitos, parlamentares, lideranças do agronegócio e autoridades para debater os impactos das demarcações sobre a produção agropecuária e a segurança jurídica no estado.

    Em seu discurso, Max Russi destacou que Mato Grosso é protagonista na produção de alimentos e proteínas para o Brasil e o mundo, e que esse papel só é possível graças à propriedade privada e à estabilidade legal. O parlamentar alertou para os riscos de mudanças em decisões judiciais já consolidadas ou ampliações de áreas demarcadas sem critérios técnicos claros, o que, segundo ele, compromete a confiança de investidores e a economia do estado.

     O presidente da ALMT reafirmou que a Casa está ao lado dos produtores rurais e que continuará defendendo o equilíbrio entre a produção agropecuária e a preservação ambiental. Ele citou o exemplo de estudos contratados pela Assembleia sobre áreas úmidas e ressaltou que, antes de criar novas reservas ou ampliar demarcações, é necessário indenizar de forma justa os proprietários afetados.

     Russi também colocou à disposição do setor a Procuradoria da Assembleia para atuar em ações e articulações jurídicas e informou que a deputada Janaína Riva já iniciou tratativas com o ministro Gilmar Mendes para levar o tema ao Supremo Tribunal Federal. Para ele, qualquer decisão que afete diretamente o campo precisa ouvir, antes de tudo, quem vive dele e nele investe.

     Segundo Max Russi, a ALMT seguirá aberta ao diálogo, mas firme na defesa da segurança jurídica, do respeito à propriedade privada e do fortalecimento do agronegócio, protegendo quem produz e sustenta a economia de Mato Grosso.

    Fonte: ALMT

    https://www.al.mt.gov.br/midia/texto/max-russi-defende-seguranca-juridica-e-dialogo-em-seminario-sobre-demarcacao-de-terras-indigenas/visualizar
  • Vereadora Michelly Alencar convoca Audiência Pública para fortalecer ações de combate à violência contra as mulheres

    Vereadora Michelly Alencar convoca Audiência Pública para fortalecer ações de combate à violência contra as mulheres

    assessoria

    Débora Inácio – assessoria Vereadora Michelly Alencar

    A vereadora Michelly Alencar reafirma seu compromisso no combate à violência contra a mulher e na proteção de crianças, por meio da aplicação da Lei nº 7.143/2023 — Maria da Penha vai às Escolas, de sua autoria.

    A legislação assegura que informações sobre os tipos de violência e formas de prevenção cheguem às salas de aula, abordando temas como abuso sexual, prostituição, pedofilia e violência doméstica.

    No próximo dia 18 de agosto, às 14h, será realizada uma Audiência Pública na Câmara Municipal de Cuiabá para debater estratégias, linguagem e metodologias que serão aplicadas nas escolas. O evento contará com a participação de autoridades e parceiros, como a Rede Cidadã, a Procuradoria-Geral, a Polícia Civil e o secretário municipal de Educação.

    “No passado, infelizmente, não havia apoio para executar a lei, e percorri as escolas no braço, levando informação e conscientização. Agora, com novos parceiros e portas abertas no município, vamos garantir que essa lei seja aplicada de forma efetiva, beneficiando a população”, destacou a vereadora.

    A iniciativa busca não apenas conscientizar, mas também criar um caminho sólido para que leis de proteção e prevenção sejam efetivamente cumpridas e transformem realidades.

    Cenário nacional

    O Brasil registrou 1.492 feminicídios em 2024, o maior número desde que a lei que tipifica esse crime entrou em vigor, em 2015. O total representa um crescimento de 1% em relação a 2023, quando foram contabilizados 1.477 casos.

    Crimes contra as mulheres em Mato Grosso

    Mato Grosso registrou, pelo segundo ano consecutivo, a maior taxa proporcional de feminicídios do país em 2024, conforme dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

    No ano passado, 47 mulheres foram assassinadas por motivação de gênero no estado, o que representa uma taxa de 2,5 casos por 100 mil habitantes, a maior do Brasil.

    Segundo a Delegacia Especializada da Mulher, até julho de 2025 já foram registrados 32 casos de feminicídio em Mato Grosso.

    Fonte: Câmara de Cuiabá

    https://www.camaracuiaba.mt.gov.br/noticia.php?id=16348