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  • DE VOLTA AO TÚNEL

    DE VOLTA AO TÚNEL

    Por Gilson Alves www.variadosnoticias.com.br 

      Nesta semana, saiu a decisão de se construir um túnel para resolver de uma vez por todas o problema do Portão do Inferno, para resolver a situação “caótica” pela qual está passando a Cidade de Chapada dos Guimarães!

    Em primeiro lugar, algum parlamentar deverá entrar com uma proposta para mudar o nome do lugar de Portão do Inferno para Túnel do Inferno ou Entrada do Céu, pois o nome não fará mais sentido, uma vez que não se avistará mais a cratera ali existente.

    Em segundo lugar, pelo menos até onde eu sei, aquelas rochas são arenosas e, se isso for verdade, ao entrar com maquinário para a construção do túnel, poderá haver um desabamento. Se desabar antes de terminar a obra, o serviço estará perdido e o dinheiro público mais uma vez mal investido. Se desabar depois, será o verdadeiro “inferno”, pois poderá matar pessoas que por ali estiverem passando.

    A verdade é que o Governo Mauro Mendes não quer gastar com algo verdadeiramente definitivo, por ser uma opção mais cara, porém verdadeiramente segura, e que manteria e preservaria o local com seu nome original “Portão do Inferno”, que seria um viaduto com pistas largas e estacionamento para veículos, onde os turistas poderiam contemplar a natureza e fotografar, talvez até fazer um lanche e continuar seu passeio para a Chapada. Um lugar seguro onde os caminhões poderiam transportar mercadorias de forma mais barata para a cidade.

    Quer fazer mais uma experiência com o dinheiro do trabalhador? Ele já gastou 10 milhões tentando fazer tal retangulamento, que não deu certo. Agora vai tentar um túnel incerto e gastar talvez mais 10 milhões e ainda não estará mais aí para responder e nem entregar a obra, pois deixa o governo no princípio do próximo ano para ser candidato ao senado (e será vetado) nas urnas pelos funcionários do TJ e os demais funcionários públicos.

    Deixará Otaviano Pivetta, seu atual vice, com a bomba, que por sua vez também não entregará a obra, uma vez que seu mandato termina em janeiro de 2027 e a obra só estará, se tudo der certo, depois desse prazo. Otaviano é candidato ao governo, se vencer entrega a obra, se perder entrega a bomba para o próximo governador.

    “Sei que nada sei”, como disse Sócrates. Mas acho que o final será infeliz. Mauro não será senador, Pivetta não será governador e a novela só terá fim no próximo governo (Jaime, Wellinggton Fagundes ou um terceiro nome) que, com certeza, construirá um viaduto em 2028,pois será a única opção.

    Obs: abaixo vc pode ver e consultar o google sobre o terreno da MT 251

    As condições das rochas na rodovia MT-251, especialmente no trecho conhecido como Portão do Inferno, são de risco de deslizamento devido à instabilidade geológica natural da área e a presença de rachaduras. 

    Especialistas alertam que a área é geologicamente instável e que novos desmoronamentos podem ocorrer, embora o cronograma exato seja imprevisível. A Sinfra-MT está autorizada a realizar intervenções para a reabilitação estrutural da área. 

    https://www.google.com/search?q=condi%C3%A7%C3%B5es+da+rochas+da+estrada+de+chapada+do+guimar%C3%A3es&oq=condi%C3%A7%C3%B5es+da+rochas+da+estrada+de+Chapada+do+Guimares&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqCQgBECEYChigATIGCAAQRRg5MgkIARAhGAoYoAHSAQo1NDk5M2owajE1qAIIsAIB8QWYKTcJkyAhC_EFmCk3CZMgIQs&sourceid=chrome&ie=UTF-8

  • Não é acidente, é crime

    Não é acidente, é crime

    Toda minha solidariedade à Tainara Souza Santos, 31 anos, vítima de uma tentativa brutal de feminicídio em São Paulo. Ela foi atropelada e arrastada pelo ex namorado, perdeu as duas pernas, vai colocar pinos na bacia e ainda terá de enfrentar novas cirurgias. Isso não é um caso isolado. É mais um retrato cruel da violência contra a mulher no Brasil. Não é acidente, não é exagero. É crime.

    Esse homem, de 26 anos, destruiu a vida dessa jovem, marcou para sempre a família, os amigos e chocou a sociedade inteira. Mesmo que receba hoje as penas mais duras que a legislação permite, ainda será pouco diante do tamanho do trauma que causou.

    Registro aqui meu total repúdio a esse criminoso e minha indignação com a legislação brasileira. Para crimes bárbaros como esse, defendo penas muito mais severas. O Brasil precisa discutir com coragem medidas como prisão perpétua e, sim, pena de morte em casos extremos, para que cada agressor saiba que atacar mulheres e crianças tem consequência real, pesada e definitiva.

    JustiçaPorTainara #ChegaDeFeminicídio #ViolênciaContraAMulher #LeiMaisDuraJá #TolerânciaZero #ProtejamAsMulheres #ProtejamAsCrianças #BrasilContraAViolência

  • 🎙️ Resumo do Podcast: Programa Variados Resumos da Semana – Ep. 35

    🎙️ Resumo do Podcast: Programa Variados Resumos da Semana – Ep. 35

    Crise da Energisa e o Embate Político de 2026: População Decide o Monopólio e as Pesquisas Divergem!

    O Programa Variados Resumos da Semana (Ep. 35) trouxe debates acalorados sobre a concessão da Energisa, a inauguração da nova sede da Guarda Municipal em Várzea Grande, e as pesquisas que mostram a intensa briga pelas cadeiras do Senado e do Governo em Mato Grosso.


    💡 Destaques: Serviços Públicos e Ações Comunitárias

    • Crise da Energisa e Audiências Públicas: A Assembleia Legislativa, liderada pelo Deputado Wilson Santos, está promovendo audiências públicas para ouvir a população sobre a proposta de renovação da concessão da Energisa por mais 30 anos. O debate se intensifica devido às críticas sobre o mau atendimento e a eliminação de postos de trabalho para autoatendimento (tótens). – [04:45]
      • As próximas audiências regionais ocorrerão em Barra do Bugre, Sinop e Alta Floresta. – [31:34]
    • Nova Sede da Guarda Municipal: Foi inaugurada a nova sede da Guarda Municipal de Várzea Grande. O Comandante Juliano Lemos destacou a estrutura moderna e a prefeita Flávia Morete garantiu que esta será a sede definitiva até a construção do novo quartel. – [12:16]
      • O efetivo atual é de 174 guardas municipais, considerado baixo para o tamanho da cidade. – [13:17]
    • Programa Cultural: Foi divulgado o Festival de Impressos Indígenas em Cuiabá, um evento cultural com entrada gratuita na Casa Vítuca. – [44:56]

    ⚖️ O Jogo Político e as Pesquisas de 2026

    As pesquisas eleitorais para 2026 foram o tema central da discussão, com dados divergentes e análises sobre o cenário:

    • Corrida ao Senado: Uma pesquisa encomendada pela CNN Brasil aponta Mauro Mendes (34%) e Janaína Riva (19%) como os principais nomes, seguidos por Carlos Fávaro. – [20:53]
      • Os apresentadores apostam em Janaína Riva e Fávaro para as duas vagas, devido à força de articulação e apoio federal. – [38:13]
    • Disputa ao Governo (Pesquisas Divergentes): Institutos de pesquisa têm resultados conflitantes:
      • Alguns colocam Wellington Fagundes (PL) na liderança. [22:12]
      • Outros apontam Otaviano Piveta (Republicanos) na frente, o que motivou o partido a custear pesquisas mensais. – [34:02]
      • Outros ainda incluem Jaime Campos entre os cotados. [34:12]
    • Rejeição Alta: Jaime Campos foi o candidato mais rejeitado (45%), seguido por José Carlos do Pátio e Natasha Slhessarenko. – [22:49]
    • Pedro Taques e o PSB: O ex-governador Pedro Taques assumiu o PSB em Mato Grosso, que se encontra “esfacelado” após a saída de prefeitos e deputados (incluindo Max Russi, Beto 2 a 1 e Fábio Tardim) para o Podemos. Taques terá pouco tempo para reestruturar a sigla. – [40:05]
    • Crítica aos Campos: O pré-candidato ao Senado, Antônio Galvão, detonou a família Campos (Jaime e Júlio), alegando que eles não resolveram o problema da crise hídrica em Várzea Grande, apesar de terem ocupado cargos de grande poder. – [18:44]

    🗣️ Polêmicas e Opiniões Fortes

    • Violência Política de Gênero: A deputada Janaína Riva registrou BO após ser alvo de áudios de teor sexual ofensivo e misógino de um servidor comissionado de Rondonópolis. O ato foi classificado como violência política, e o servidor foi exonerado. – [25:34]
    • Ataque ao Governo pela Segurança: O Pastor Marcos Richelly criticou a segurança em MT em evento com o Governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Aliados de Mauro Mendes rebateram a fala, destacando que as forças de segurança de MT agiram no combate ao crime organizado. – [48:17]
    • Homenagem Justa: O Deputado Júlio Campos foi elogiado por apresentar um projeto que dá o nome de João Balão (apelido) a um dos prédios do Governo, em justa homenagem ao empresário que muito contribuiu para Cuiabá e o estado. – [30:06]

    ▶️ Ouça o episódio completo e veja as análises na íntegra!

    Programa Variados Resumos da Semana – Ep. 35

    http://www.youtube.com/watch?v=-xt8yTjKSRc

  •                               Diferentes

                                  Diferentes

    “ (38) O campo é o mundo e a semente representa o povo do reino; o joio é o povo que pertence ao Maligno. (39) O inimigo que semeou o joio entre o trigo é o Diabo; a colheita é o fim do mundo e os ceifeiros são os anjos.” Nesse texto o Senhor Jesus está explicando aos seus discípulos a respeito da Parábola do Joio e do Trigo (Mateus 13). Um pouco antes, ao falar da parábola, Ele diz que o agricultor semeou em seu campo sementes escolhidas de trigo e, enquanto ele dormia, semearam também joio. Interpelado pelos seus empregados sobre se deveriam arrancar o joio, Ele respondeu: “Não, deixem crescer junto. No momento certo os ceifeiros arrancarão o joio, queimarão e depois farão a colheita do trigo.”

    Aprendo com isso que:

    1. Vivo num meio onde existem joio e trigo (pessoas que fingem adorar e outras que realmente adoram a Deus verdadeiramente). Porém, essas pessoas não são perfeitas, mas buscam melhorar a cada dia.

    2. Essa segunda “classe”, como são pessoas e estão em nosso meio, podem se tornar ou se transformar em trigo. Por esse motivo Jesus permite que cresçam juntos.

    3. Não é a mão humana que decide quem é joio ou trigo; são mãos celestiais (anjos) com visão celestial.

    Então devo simplesmente viver cuidando da minha vida espiritual e descansar no Senhor até o tempo certo, relacionandome com todos.

    Gilson Alves

    www.variadosnoticias.com.br

  • Demarcação de terras indígenas em MT: após novos decretos, AMM e entidades vão ao STF cobrar segurança jurídica

    Demarcação de terras indígenas em MT: após novos decretos, AMM e entidades vão ao STF cobrar segurança jurídica

    Preocupados com o impacto das novas demarcações de terras indígenas em Mato Grosso, o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios, Léo Bortolin, levou a Brasília uma pauta de emergência em defesa dos municípios. Ao lado de representantes do agro e do Legislativo estadual, ele participa de reunião com o ministro Gilmar Mendes, nesta quinta-feira (20/11), feriado da Consciência Negra, no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a comitiva, os decretos publicados nesta semana geram insegurança jurídica para prefeituras, produtores rurais e para a economia de Mato Grosso.

    As entidades questionam decretos assinados nesta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que homologam a demarcação das terras indígenas Manoki, Uirapuru, Estação Parecis e Kaxuyana-Tunayana. Ao todo, são cerca de 2,45 milhões de hectares distribuídos entre Pará, Amazonas e Mato Grosso. Com essas homologações, chega a 20 o número de territórios indígenas confirmados desde 2023, de acordo com a Casa Civil.

    Em Mato Grosso, as novas demarcações atingem diretamente áreas produtivas nos municípios de Diamantino, Campos de Júlio, Nova Lacerda, Conquista D’Oeste e Brasnorte. Prefeitos e produtores já vinham manifestando preocupação com o avanço de processos de demarcação e revisão de limites territoriais. “O que está em jogo em Mato Grosso não é um debate abstrato. São prefeituras que podem perder parte importante da receita de uma hora para outra, sem tempo de adaptação e sem diálogo. Os prefeitos estão inseguros, os produtores apreensivos. Nosso pedido é por segurança jurídica e previsibilidade”, afirma o presidente da AMM, Léo Bortolin.

    Em cidades como Brasnorte, a ampliação da Terra Indígena Manoki atinge propriedades rurais consolidadas e pode reduzir de forma significativa a base de arrecadação do município. O prefeito de Brasnorte, Edelo Ferrari, destaca o impacto direto nas contas públicas e nos serviços prestados à população. “Se essa ampliação for mantida, o município vai perder arrecadação e ter que cortar serviço. Não estamos falando só de fazenda, estamos falando de escola, saúde, estrada. Para Brasnorte, o prejuízo é enorme e muito difícil de reverter”, aponta o prefeito.

    Para o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, muitos produtores rurais foram pegos de surpresa pelos decretos de demarcação. “Tem assentamento, área com CAR e famílias que estão há muitos anos na mesma região. O produtor olha para o decreto e pensa: tudo o que construí está em risco? Isso é uma insegurança jurídica enorme”, avalia.

    Vilmondes Tomain, presidente da Famato, ressalta que a pressão não recai apenas sobre o setor produtivo, mas também sobre os gestores municipais. “Essas áreas não são só números em mapa. São municípios inteiros tentando manter serviço público funcionando, enquanto produtores se sentem vulneráveis com medo de perder o patrimônio de uma vida. Precisamos de responsabilidade e equilíbrio”, diz.

    A deputada estadual Janaína Riva avalia que o diálogo com o ministro Gilmar Mendes é essencial para levar a realidade mato-grossense ao centro do debate no STF. “O ministro foi receptivo e conhece o estado. Quando explicamos que um município pode perder até 20% de receita, fica claro que não se trata apenas de discutir limites, mas de discutir a continuidade dos serviços para a população”, afirma a parlamentar.

    Como encaminhamento, ficou definido que, já na próxima segunda-feira, a AMM e as demais entidades envolvidas irão se reunir para protocolar uma ação com o objetivo de suspender todos os processos que tratem de novas demarcações ou remarcações de terras indígenas envolvendo Mato Grosso, tanto na esfera administrativa quanto na judicial. A intenção é garantir segurança jurídica até que haja maior clareza sobre critérios, procedimentos e impactos para os municípios e para a economia do estado.

    Participaram da reunião com o ministro Gilmar Mendes o presidente da AMM, Léo Bortolin, o deputado estadual Eduardo Botelho, a deputada estadual Janaína Riva, o prefeito de Brasnorte, Edelo Ferrari, o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, e o presidente da Famato, Vilmondes Tomain.

  • AMM contesta homologação de terras indígenas em MT e alerta para impactos nos municípios

    AMM contesta homologação de terras indígenas em MT e alerta para impactos nos municípios

    Crédito: Divulgação AMM

    As novas homologações de terras indígenas em Mato Grosso podem comprometer a sustentabilidade dos municípios impactados, gerar perdas econômicas e afetar diretamente centenas de famílias. O alerta foi feito pelo presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Leonardo Bortolin, ao comentar os reflexos do decreto presidencial assinado nesta terça-feira (18) que amplia áreas demarcadas no estado.

    Bortolin criticou a falta de diálogo com os municípios e com os produtores rurais atingidos. “Isso é péssimo para Mato Grosso. O presidente Lula cometeu um ato de irresponsabilidade, que reforça a insegurança jurídica que afeta os municípios de Mato Grosso. Buscou protagonismo em meio à COP 30, mas acabou prejudicando famílias, afetando áreas produtivas e a própria economia do país, que depende diretamente da produção e da comercialização”, afirmou.

    Uma das áreas ampliadas é a Terra Indígena Manoki, localizada em Brasnorte, que teve acréscimo de 206 mil hectares.

    O presidente da AMM destaca que, no território ampliado, existem propriedades formalizadas há mais de três décadas. “Há produtores com matrículas dessas áreas há 35 anos. Nesses 206 mil hectares não há registro de presença indígena nem antes nem depois da Constituição de 1988. Eles foram anexados a uma área de 46 mil hectares que é uma extensão considerável para atender cerca de 450 indígenas”, observou.

    Bortolin reforça que a decisão agrava um cenário de desafios sucessivos  que os municípios e o setor produtivo enfrentam em Mato Grosso. “Além da moratória da soja, das discussões sobre áreas úmidas, do zoneamento ecológico e econômico e de outras restrições, agora temos novas demarcações. Como o estado pode se desenvolver e atrair investidores internacionais convivendo com sucessivas inseguranças jurídicas, muitas delas derivadas de decisões do governo federal?” questionou, informando que irá solicitar ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que suspenda os efeitos do decreto homologado nesta semana.

    Outras áreas afetadas- O governo federal também homologou a Terra Indígena Estação Parecis, em Diamantino, e a Terra Indígena Uirapuru, localizada nos municípios de Campos de Júlio, Nova Lacerda e Conquista D’Oeste.

    Fonte:https://www.amm.org.br/Noticias/Amm-contesta-homologacao-de-terras-indigenas-em-mt-e-alerta-para-impactos-nos-municipios-55761/

  • Apoio de Bolsonaro não é decisivo na eleição ao Senado, diz Mauro

    Apoio de Bolsonaro não é decisivo na eleição ao Senado, diz Mauro

    Segundo ele, alianças políticas ajudam, mas o que define é a capacidade de se conectar diretamente com o eleitor

    O governador Mauro Mendes (União Brasil) afirmou, nesta segunda-feira (17), que o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e do Partido Liberal (PL) seria positivo, mas não é determinante para o sucesso de uma candidatura.

    Segundo ele, alianças políticas ajudam, porém o que define uma eleição é a capacidade de se conectar diretamente com o eleitor.

    “Todo apoio é importante, mas não é imprescindível. Se fosse, Bolsonaro não teria sido eleito. Ele venceu porque se conectou diretamente com o cidadão, mesmo sem estrutura partidária ou apoio político relevante”, declarou.

    O governador lembrou que, em 2018, Bolsonaro conquistou a Presidência sem o respaldo de grandes partidos, da imprensa tradicional ou de grupos econômicos, baseando sua campanha na mobilização popular.

    “O que realmente importa é dialogar com as pessoas e representar o que a sociedade quer naquele momento. Foi isso que o elegeu e é o que define qualquer candidatura vitoriosa”, afirmou.

    Ao comentar sobre a importância do apoio do PL à eventual candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo e à sua própria corrida ao Senado, Mauro Mendes reforçou que o respaldo político contribui, mas não decide o resultado das urnas.

    “O que define uma eleição é a sintonia com o eleitor e os resultados concretos entregues à população”, afirmou.

    Questionado se pretende adotar a mesma estratégia de Bolsonaro em uma eventual candidatura, ele preferiu não antecipar planos.

    “Primeiro, é preciso decidir se serei candidato. Depois, definimos as estratégias”, desconversou.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro já havia declarado apoio a Mauro Mendes e demonstrado simpatia pelo nome de Pivetta.

    Nos últimos dias, porém, surgiram especulações de que esse apoio pode ser revisto, após o embate público entre o governador e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

    Eles trocaram críticas nas redes sociais e na imprensa, em um episódio que repercutiu nacionalmente.

    Fonte: https://www.diariodecuiaba.com.br/politica/apoio-de-bolsonaro-nao-e-decisivo-na-eleicao-ao-senado-diz-mauro/722880

  • Primavera do Leste avança para futura parceria com escritório de comércio China e Brasil

    Primavera do Leste avança para futura parceria com escritório de comércio China e Brasil

    O objetivo é abrir caminho para novas oportunidades econômicas, ampliando a entrada de tecnologia, entre outros aspectos

    Legenda: Eledir coordena um trabalho direto com empresários da China que têm interesse em firmar acordos comerciais com o Brasil

    Durante a missão oficial na China, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Fábio Parente, manteve um encontro estratégico com Eledir Busanello, representante de um escritório especializado em conectar negócios entre empresas chinesas e o mercado brasileiro.

    Eledir coordena um trabalho direto com empresários da China que têm interesse em firmar acordos comerciais com o Brasil — e, especialmente, com Primavera do Leste. O escritório atua com suporte completo para importação, exportação, participação em feiras, missões empresariais e desenvolvimento de projetos conjuntos.

    A partir desse primeiro contato, será organizada uma reunião futura, em Primavera do Leste, onde Eledir apresentará formalmente o funcionamento do escritório, seu portfólio e os potenciais parceiros chineses que demonstram interesse em investir ou comercializar com o município.

    O objetivo é abrir caminho para novas oportunidades econômicas, ampliando a entrada de tecnologia, fortalecendo fluxos comerciais e atraindo possíveis indústrias para o município.

    Segundo o secretário Fábio Parente, a aproximação representa um passo decisivo para inserir Primavera do Leste no radar internacional: “Estamos construindo uma ponte direta com empresas chinesas. Essa futura reunião pode resultar em negócios concretos e parcerias que tragam inovação e desenvolvimento para Primavera do Leste”.

    Fonte: https://www.primaveradoleste.mt.gov.br/Imprensa/Noticias/Primavera-do-leste-avanca-para-futura-parceria-com-escritorio-de-comercio-china-e-brasil-10791/

  • Famato conclui em Cuiabá série de palestras e reforça orientações sobre impactos da reforma tributária no agronegócio

    Famato conclui em Cuiabá série de palestras e reforça orientações sobre impactos da reforma tributária no agronegócio

    Proposta da Famato foi garantir que produtores tenham condições de entender não apenas o que muda, mas como essas novas exigências podem influenciar a competitividade e a previsibilidade da produção.

    Após percorrer mais de 20 municípios mato-grossenses, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) encerrou em Cuiabá, nesta quarta-feira (12), a série de palestras voltadas a esclarecer produtores rurais e contadores sobre os efeitos da reforma tributária no agronegócio. O encontro final, realizado na sede da entidade, consolidou as principais dúvidas e apresentou caminhos técnicos para adaptação às novas regras que começam a redesenhar a relação entre atividade produtiva, sustentabilidade fiscal e gestão do patrimônio rural.

    A rodada trouxe explicações práticas sobre temas que devem impactar diretamente o planejamento das propriedades, como arrendamento, aquisição de máquinas e equipamentos, cadastro no IBS/CBS e aplicação da alíquota reduzida de 60% para produtos do agro. A proposta da Famato foi garantir que produtores tenham condições de entender não apenas o que muda, mas como essas novas exigências podem influenciar a competitividade e a previsibilidade da produção.

    Para o analista tributário da Famato, José Cristóvão Martins Júnior, a participação ativa do produtor nas decisões fiscais é indispensável.

    “Nem sempre contador ou advogado conhecem as particularidades da fazenda. Sem a visão do campo, o planejamento perde eficiência e aumenta o risco”, alertou.

    As orientações técnicas reforçaram a necessidade de revisar contratos de arrendamento para identificar a alíquota mais vantajosa, além de detalhar quais máquinas e equipamentos poderão ser adquiridos com desoneração, conforme lista prevista em regulamento. Com o novo desenho do IBS e da CBS, parte das operações passará a ser recolhida pelo próprio produtor, ampliando a responsabilidade sobre o controle tributário.

    No novo regime de não cumulatividade, insumos tendem a chegar menos onerosos, mas o acompanhamento entre créditos e débitos na saída exigirá maior organização. A recomendação é manter cadastro atualizado de fornecedores que já aderiram ao IBS/CBS e priorizar vendas para compradores habilitados, garantindo aplicação correta do diferimento.

    Vice-presidente regional da Famato e produtor rural, Anísio Milela Zinqueira Neto destacou que o entendimento das mudanças precisa ser constante.

    “Não dá para ignorar o que está acontecendo. Precisamos estar atentos para não continuar pagando pela ineficiência. Mantenho contato constante com meu contador e advogado. No fim do ano passado, ele me alertou para não firmar certos contratos em 2025, considerando o faturamento do ano anterior. Este ano o cenário é outro, e estamos tomando medidas para adequação”, afirmou.

    O presidente da Famato, Vilmondes Tomain, ressaltou que o setor ainda busca compreender a dimensão total dos impactos.

    “Estamos entendendo como serão as mudanças, mas uma coisa é certa: a carga tende a aumentar. Mudanças tributárias miram arrecadação e preocupam o produtor. Por isso realizamos esta rodada para orientar, inclusive, os contadores”, destacou.

    Segundo ele, a série de eventos recebeu forte adesão no interior e será retomada em 2026, com foco na preparação e na proteção do patrimônio rural.

    Continuidade do serviço ao produtor

    Ao final do encontro, Tomain confirmou que o ciclo de palestras será mantido no próximo ano. As novas datas e cidades serão divulgadas nos canais oficiais da Famato.

    Fonte: https://www.parlamentonews.com.br/agronegocio/item/3626-famato-conclui-em-cuiaba-serie-de-palestras-e-reforca-orientacoes-sobre-impactos-da-reforma-tributaria-no-agronegocio

  • Pistoleiro que matou 2 no Shopping Popular diz que pensou em desistir, mas foi ameaçado

    Pistoleiro que matou 2 no Shopping Popular diz que pensou em desistir, mas foi ameaçado

    Na sessão desta quarta-feira (12), em Cuiabá, o executor afirmou que teria sido coagido por um dos mandantes a manter o plano do crime ocorrido em 2023

    No júri do Shopping Popular, executor diz que pensou em desistir do crime de 2023, mas foi ameaçado por mandante; sessão é presidida por Mônica Perri

    O pistoleiro Sílvio Júnior Peixoto, apontado como autor dos disparos que mataram o empresário Gersino Rosa dos Santos, o “Nene Games”, e o vendedor Cleyton de Oliveira de Souza Paulino dentro do Shopping Popular de Cuiabá, em 2023, afirmou durante o julgamento nesta quarta-feira (12) que chegou a pensar em desistir do crime, mas foi ameaçado de morte por um dos mandantes. O julgamento é presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, titular da 1ª Vara Criminal de Cuiabá.

    Segundo ele, houve pressão para que a execução acontecesse. Questionado em plenário se tinha comunicado de forma clara a intenção de desistir, respondeu que sim. “Sim. Todo tempo. Nunca imaginei passar por uma situação dessas. Mas ele disse que se não fizesse, quem ia morrer era eu”, declarou.

    A sessão do Tribunal do Júri reúne três acusados: a mãe e o filho Jocilene Barreiro da Silva e Vanderley Barreiro da Silva, apontados como mandantes, e Sílvio Júnior Peixoto, identificado como executor dos disparos.

    De acordo com a acusação, Jocilene e Vanderley teriam encomendado o crime, enquanto Sílvio executou os disparos que atingiram as vítimas dentro do centro comercial. As mortes de Gersino e Cleyton chocaram frequentadores e lojistas e levaram a uma investigação que, posteriormente, resultou na denúncia do trio.

    Em seu interrogatório, Sílvio reforçou que tentou abandonar a ação criminosa, porém, disse ter sido coagido. Ele repetiu ao Conselho de Sentença que comunicou “todo tempo” a intenção de não participar e que, mesmo assim, recebeu a ameaça: se não cumprisse a ordem, seria ele a próxima vítima.

    Fonte: