Categoria: destaque

  • Mauro Mendes e deputados buscam consenso para evitar confronto

    Mauro Mendes e deputados buscam consenso para evitar confronto

    Pautas de fim de ano travam o início do recesso, assim com os planos do governador para o término de sua gestão

    Os oderes Executivo e Legislativo tenta construir um consenso para que ambos sejam contemplados em seus anseios, e evitem uma queda de braço que pode “travar” o ano de 2026.

    Durante quase toda a terça-feira (16), houve muitas reuniões, no Palácio Paiaguás, entre eputados e o governador Mauro Mendes (União) e o o secretário-chefe da Casa Civil, deputado federal licenciado Fábio Garcia.

    Mauro Mendes, que entra em sua reta final – em seu último ano do segundo mandato – quer continuar gozando de um instrumento da época da ditadura militar, que permite o remanejamento de recursos automaticamente, sem necessitar de autorização legislativa – o que acontece em todas as esferas da administração pública federal, estadual e municipal.

    Já os deputados, em contrapartida, querem assegurar as emendas executadas neste e que devem superar R$ 1 bilhão, além de uma nova regra para que sejam sejam 50% pagas até 30 de junho e o restante, empenhado na mesma data.

    Sem amarras, o Executivo consegue maior dinâmica em sua atuação. Por isso, o remanejamento automático tanto orçamentário quanto financeiro.

    Essa situação ganhou mais importância ainda diante do que o titular da Secretaria de Fazenda, Rogério Gallo, resolveu chamar de “orçamento conservador”. Ou seja, ele remete uma proposta orçamentária de valor subestimado (R$ 40,7 bilhões para 2026, valor idêntico do que foi arrecadado em 2024) e vai, ao longo do ano ou do exercício financeiro, administrando por decretos orçamentários, que vêm com a devida anulação do valor empenhado, acompanhado do decreto de suplementação do valor que ele deseja aplicar e em qual elementos de despesa.

    Como a maioria das despesas obrigatórias do Executivo Estadual é em percentuais, quanto menor foi a estimativa de receita, menor será o repasse a ser feito. E, se houver excesso de arrecadação ou superávit financeiro, o que são previsões legais diferentes, o Governo do Estado promove o devido acerto em suas despesas, mas da forma que melhor lhe convier.Ou seja, na data e no momento em que ele achar mais adequados.

    O remanejamento automático que vem sendo aplicado nos últimos anos era de 10% na LDO e 20% na LOA. Só que, neste ano, os deputados resolveram mudar a estratégia, justamente diante da posição endurecida do Governo do Estado e de sua área econômica, de que a proposta da PLOA/2026, chamada de conservadora, levava em consideração um planejamento de excelência.

    Logo, então, não necessitaria de remanejamento automático, e reduziram os 20% da LOA, por meio emenda, para 5%, o que causou alvoroço e temor no Palácio Paiaguás e acabou desaguando nas negociações dos últimos dois dias.

    Os deputados querem as emendas apresentadas em 2024 na LOA deste ano e que se encontram em execução, empenhadas em sua totalidade. Lembrando que, até esta terça-feira, R$ 946.755.532,70  em emendas estavam empenhados, R$ 774.336.122,82s liquidados e R$ 750.359.232,69 pagos.

    Também colocaram na mesa de negociação que o Governo Mauro Mendes desista de ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra emenda de autoria das lideranças partidárias, aprovada na LDO e que foi vetada pelo governado, bem como o veto derrubado, prevendo o empenho, liquidação e pagamento de 50% das emendas a serem executadas em 2026, sendo preferencialmente as da área de Saúde Pública e os demais 50% empenhados para então serem liquidados e pagos até o final do ano ou do exercício financeiro de 2026.

    Quando os deputados estaduais exigem o cumprimento do empenho das emendas deste ano e de 2026, o fazem em cima dos 2% que são emendas impositivas, aquelas que o Poder Executivo está obrigado a cumprir, mas que o Executivo maneja de forma política e como instrumento de pressão.

    Tanto que foi necessário a deputada Janaina Riva, presidente do MDB, ingressar na Justiça com um Mandato de Segurança Preventivo, para ter acesso às suas emendas. Ao assumir uma postura mais independente e crítica na Assembleia, ela foi alvo do Governo Mauro Mendes, que passou a “puni-la”, segurando, atrasando e criando dificuldades para a destinação das emendas de sua autoriar.

    Em recente medida liminar, o Tribunal de Justiça determinou que o Governo do Estado empenhasse, liquidasse a pagasse todas as emendas de Janaina Riva. A decisão foi tardia, pois o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), lembrouque o Estado deverá conseguir empenhar e talvez liquidar parte das emendas, pois o pagamento iria depender de mais tempo, diante do apertado calendário de final de ano.

    Essa negociação em Mato Grosso é a mesma aprovada pelos deputados federais e senadores na LDO e previsto na LOA do Governo Federal, e visa impor ao Executivo a aplicabilidade das emendas impositivas, aquelas que, por força constitucional, devem ser cumpridas pelo Poder Executivo no exercício ou ano posterior a sua apresentação.

    Assim como o Governo Mauro Mendes, o Governo do presidente Lula (PT) se utiliza do mesmo artifício político: só libera emendas a partir da pressão parlamentar. Ou quando tem a necessidade de votar uma matéria que exige quórum qualificado ou de difícil aceitação popular, funcionando como moeda de troca política.

    Fonte: https://www.diariodecuiaba.com.br/politica/mauro-mendes-e-deputados-buscam-consenso-para-evitar-confronto/725067

  • Impasse entre Executivo e Legislativo gera tensão sobre a LOA de 2026

    Impasse entre Executivo e Legislativo gera tensão sobre a LOA de 2026

    Emenda limita remanejamento e denuncia subestimação de receitas; defesa do governo é de que números representam realidade positiva.

    A discussão sobre a elaboração e aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 tem gerado um clima tenso entre o Executivo e o Legislativo em Mato Grosso. Com a votação marcada para a próxima Sessão Ordinária, na quarta-feira (17), as divergências em torno da peça orçamentária dominam os bastidores da Assembleia Legislativa. O impasse está centrado na subestimação das receitas e na margem de remanejamento do Executivo, questões que têm incomodado, especialmente, a oposição.

    Orçamento “fictício”

    O deputado estadual Lúdio Cabral (PT), durante a última Sessão, subiu à tribuna para denunciar o que considera um histórico de votação de orçamentos “fictícios”, desde 2019. Segundo o parlamentar, a Assembleia Legislativa tem aprovado anualmente uma peça orçamentária que não reflete a realidade econômica do estado, pois o Executivo sempre encaminha previsões de arrecadação subestimadas. Ele apontou que a previsão de arrecadação nos últimos sete anos ficou consistentemente entre 25% e 30% abaixo da arrecadação real, o que, segundo ele, cria uma margem de até R$ 20 bilhões para que o Executivo tenha liberdade de remanejar os recursos como bem entender.

    Subestimação de receitas e margem de remanejamento

    A subestimação das receitas, de acordo com o deputado, não apenas prejudica a transparência da peça orçamentária, mas também abre margem para que o Poder Executivo utilize de maneira discricionária cerca de metade do orçamento do estado. Além disso, Cabral criticou a margem de 20% de remanejamento solicitada anualmente pelo Executivo, o que, segundo ele, torna o orçamento um instrumento sem o devido controle do Parlamento. Essa situação, para o deputado, representa uma falta de rigor nas contas públicas, além de afetar diretamente a gestão financeira do estado.

    Emenda limita remanejamento a 5%

    Após anos de tentativas frustradas de introduzir limites ao remanejamento de recursos, neste orçamento de 2026 uma emenda foi aprovada na Assembleia Legislativa para reduzir a margem de 20% para apenas 5%. Considerado um avanço pelos parlamentares de oposição, o movimento foi uma resposta à insistência do Executivo em manter a ampla margem de remanejamento, mesmo com as críticas sobre a subestimação das receitas.

    Defesa do Governo Mauro Mendes

    Em resposta às críticas, o governador Mauro Mendes (UB) se posicionou sobre o impasse, destacando que a margem de remanejamento de 20% é uma prática comum em outros estados brasileiros, especialmente nas gestões mais bem avaliadas. Segundo ele, a gestão do estado de Mato Grosso tem demonstrado competência na aplicação dos recursos, e os números positivos da administração estadual refletem esse bom planejamento.

    “Nunca na história de Mato Grosso teve uma gestão que aplicasse tanto recurso, que fizesse tanto investimento”, argumentou o governador.

    Ele também afirmou que os números positivos da gestão são evidentes e que, no final, a Assembleia Legislativa compreenderá a situação, e tudo será resolvido.

    Voto contrário de Lúdio Cabral

    Por conta das subestimações recorrentes e das discrepâncias entre a arrecadação real e a previsão orçamentária, Lúdio Cabral votou contra a aprovação inicial da LOA de 2026. O deputado reiterou que a peça orçamentária não reflete a verdadeira realidade financeira do estado e que a Assembleia, mais uma vez, estaria validando uma “ficção”. Além disso, o parlamentar propôs uma emenda à LOA que destinasse parte da sobra de arrecadação do ano para a recomposição da RGA (Revisão Geral Anual) atrasada dos servidores públicos estaduais.

    Conclusão

    Com a votação da LOA se aproximando, o embate entre Executivo e Legislativo promete intensificar-se nos próximos dias. A oposição continua a questionar a gestão financeira do Estado, enquanto o Governo defende o planejamento e os resultados positivos obtidos até agora. A conclusão desta disputa será decidida nas próximas semanas, com a expectativa de que, no fim, o orçamento de 2026 seja aprovado e ajustado para refletir as necessidades de Mato Grosso.

    Fonte: https://www.parlamentonews.com.br/mais/economia/1-noticias/economia/3853-impasse-entre-executivo-e-legislativo-gera-tensao-sobre-a-loa-de-2026

  • Abrigo Bom Jesus cobra mais recursos na LOA 2026 e diz que R$ 300 milhões são insuficientes para todos os municípios

    Abrigo Bom Jesus cobra mais recursos na LOA 2026 e diz que R$ 300 milhões são insuficientes para todos os municípios

    A diretoria da Fundação Abrigo Bom Jesus marcou presença na audiência pública que discutiu o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, nesta semana, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, com o objetivo de reivindicar mais recursos para a área da assistência social, especialmente para a causa da pessoa idosa institucionalizada. A participação ocorreu a convite dos deputados Carlos Avalone (PSDB) e Wilson Santos (PSD).

    Durante a sessão, a presidente do Abrigo, Márcia Ferreira, expôs a preocupação com o volume considerado inexpressivo de recursos destinados às causas sociais no orçamento previsto para 2026. Segundo os números oficiais apresentados, os projetos sociais receberão pouco mais de R$ 300 milhões.

    Para a diretora, o valor é insuficiente para atender às demandas dos 141 municípios mato-grossenses. “Pelos cálculos que fizemos, isso daria cerca de R$ 2 milhões por município. Só o Abrigo Bom Jesus, no atendimento a cem idosos e com 80 funcionários, fechará o exercício de 2025 com um custo superior a R$ 6 milhões de reais”, alertou.

    Ela também destacou que instituições filantrópicas que acolhem idosos continuam sem acesso aos recursos da saúde, área que concentra mais de R$ 4 bilhões no orçamento estadual, ficando atrás apenas dos setores de educação e previdência. “Infelizmente, as instituições que acolhem idosos não conseguem acessar esses recursos da saúde, apesar de enfrentarem demandas semelhantes e igualmente essenciais”.

    Outro ponto considerado crítico pela diretora é a redução de quase 5% no orçamento da Secretaria de Estado de Assistência Social (Setasc), justamente o órgão responsável pela gestão das políticas públicas e dos projetos sociais no estado. “Muito nos surpreende e nos parece incoerente a LOA projetar aumento nas despesas com pessoal e custeio na Setasc, e ao mesmo tempo reduzir drasticamente os investimentos em projetos sociais”, concluiu.

    O pleito apresentado pela Fundação Abrigo Bom Jesus recebeu acolhida favorável do secretário de Fazenda, Rogério Gallo, dos parlamentares membros da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, e do deputado Eduardo Botelho, presidente da Comissão de Constituição e Justiça e voluntário atuante na causa da pessoa idosa institucionalizada.

    A expectativa agora é de que o parlamento possa indicar um incremento no orçamento destinado à área social. Márcia lamentou, porém, a pouca participação de entidades representativas no debate, especialmente das OSCs (Organizações da Sociedade Civil).

    Segundo ela, “a presença conjunta dessas organizações é fundamental para reivindicarmos os investimentos necessários e garantirmos políticas públicas que realmente alcancem os mais vulneráveis”.

    Além do Abrigo Bom Jesus, somente a Associação Seara de Luz, que atende crianças e idosos, se fez presente, representada pela sua coordenadora de comunicação, jornalista Rosana Vargas, que reforçou a tese de que a expectativa de vida cresce, mas os investimentos em assistência social diminuem. “O poder público precisa enxergar instituições como a Seara de Luz e o Abrigo Bom Jesus como parceiras estratégicas, não apenas como solicitantes. Sem uma política pública efetiva e recursos adequados, a maratona pela vida digna vai continuar. Precisamos de uma união e esforço maior das instituições públicas e filantrópicas que atendem os desassistidos para mudar esse ciclo”.

  • Sicredi lança Clover em MT e apresenta ‘supermáquina’ que integra gestão, vendas e pagamentos em um único equipamento

    Sicredi lança Clover em MT e apresenta ‘supermáquina’ que integra gestão, vendas e pagamentos em um único equipamento

    Plataforma chega ao Brasil com promessa de revolucionar o comércio ao oferecer sistema completo de operações, relatórios, controle de estoque e meios de pagamento, tudo de forma simples, rápida e sem custos adicionais para o associado.

    O Sicredi apresentou, na noite desta quinta-feira (11), uma tecnologia que promete mudar a forma como pequenos, médios e grandes empreendedores administram seus negócios. Trata-se da Clover, plataforma consolidada em mercados internacionais e que agora desembarca no Brasil por meio da parceria com a Fiserv, reunindo em um único equipamento todas as funções essenciais da rotina comercial: acompanhamento de vendas, processamento de pagamentos, emissão de relatórios, controle de estoque, gestão de equipes e muito mais.

    Marcos

    Marcos David Félix – executivo da Fiserv

    De acordo com Marcos David Félix, executivo da Fiserv, a proposta é entregar inovação, simplicidade e eficiência ao associado.

    “A Clover é uma solução que trazemos junto ao Sicredi com tecnologia de ponta, serviços agregados e um ecossistema completo para auxiliar na gestão dos negócios — e tudo isso de forma gratuita. Não existe cobrança adicional pelos aplicativos integrados”, destacou.

    Apesar do robusto conjunto de ferramentas, Marcos reforça que a usabilidade é um dos grandes diferenciais da solução.

    “É muito simples. O equipamento tem carregamento por indução, velocidade de processamento e suporte técnico 24 horas. Se o associado quiser usar apenas para vendas, já terá uma experiência mais rápida. Mas, se desejar explorar todo o potencial, terá à disposição inúmeros aplicativos gratuitos”, explicou.

    A plataforma não possui segmentação específica e atende desde o pequeno empreendedor até grandes estabelecimentos. A linha conta com dois modelos:

    – Clover Flex, portátil, ideal para estabelecimentos diversos e entregas;
    – Clover Mini, voltada para operações de PDV e autoatendimento.

    Ézio

    Ezio Almeida – diretor de negócios da Central Sicredi Centro-Norte

    Tecnologia já presente em diversos países

    O diretor de negócios da Central Sicredi Centro-Norte, Ezio Almeida, lembra que a solução já é amplamente utilizada nos Estados Unidos, Europa e, mais recentemente, na Argentina. Agora, chega ao Brasil com o objetivo de simplificar a vida do empresário.

    “O equipamento ajuda quem ainda não possui um sistema integrado de gestão. Com ele, o associado controla fluxo de caixa, estoque, relatórios de vendas, comissionamento e muito mais. É uma solução completa para melhorar a gestão do negócio”, afirmou.

    Além disso, a Clover integra múltiplos meios de pagamento em um só lugar: dinheiro, pix, cartões e outras formas digitais.

    “É um combo de benefícios entregue em apenas um equipamento”, destacou Ezio.

    Como adquirir

    Para quem já é associado ao Sicredi, o processo é simples: basta procurar a agência ou falar com o gerente de negócios. Em muitas unidades, o serviço ‘máquina na agência’ permite que o associado já saia do local com o equipamento habilitado e pronto para uso.

    A tecnologia está disponível em todas as 350 agências da rede, não apenas em Mato Grosso, mas também nos estados da região Norte, de Rondônia ao Pará.

    Suporte e treinamento

    Para quem teme dificuldades com novas tecnologias, especialmente usuários mais experientes, o Sicredi e a Fiserv garantem suporte completo.

    “Assim que o associado é credenciado, ele recebe acesso a um canal de suporte com passo a passo, além de um portfólio completo explicando cada aplicativo da plataforma. Tudo foi pensado para facilitar a adaptação”, afirmou Marcos.

    Exclusiva para associados

    A Clover é exclusiva para associados do Sicredi.

    “Se ainda não for, fica o convite para procurar uma agência mais próxima e fazer parte dessa inovação que chegou para ficar”, reforçou Ezio Almeida.

    Fonte: https://www.parlamentonews.com.br/mais/economia/1-noticias/economia/3843-sicredi-lanca-clover-em-mt-e-apresenta-supermaquina-que-integra-gestao-vendas-e-pagamentos-em-um-unico-equipamento

  • Emissão de nota fiscal muda a partir de 1º de janeiro, alerta CDL Cuiabá

    Emissão de nota fiscal muda a partir de 1º de janeiro, alerta CDL Cuiabá

    Com a Reforma Tributária, todas as empresas terão que preencher os campos dos impostos que substituirão ICMS, ISS, Cofins e PIS, sob pena de multa


    Na prática, a partir de 1º de janeiro, quem emitir notas fiscais precisará preencher os novos campos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). O objetivo é informar as alíquotas de teste (0,9% de CBS e 0,1% de IBS) e, para isso, o sistema (software) usado para a emissão do documento fiscal tem que estar atualizado.

    “Essa mudança começa agora em janeiro. O governo não vai travar a emissão das notas em casos de erro, mas quem não preencher corretamente será multado”, destacou Fernanda Silveira, advogada tributarista. Ela foi convidada pela CDL Cuiabá para orientar empresários de diferentes portes, já que a nova exigência vale para todos os CNPJs, independentemente de ramo de atuação.

    A obrigatoriedade de preencher os novos campos é para “treinar” o contribuinte para as novas regras, familiarizando-o com a CBS, tributo federal que substituirá o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) e com o IBS, tributo de competência compartilhada entre estados e municípios e que ficará no lugar do Imposto sobre Comercialização de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do ISS (Imposto sobre Serviços).

    Para as empresas que emitirem corretamente as notas, não haverá cobrança ‘nova’ de tributos ao longo de 2026. Já quem não emitir será considerado irregular pelo fisco e, portanto, estará vulnerável à fiscalização e à exigência da alíquota de teste (o que representará um custo adicional de 1% já em 2026).

    O principal erro cometido por comerciantes e prestadores de serviço é ignorar as novidades da Reforma Tributária. “Cabe ao empresário se informar para bem orientar seu contador, porque essa é apenas uma das muitas alterações pelas quais vamos passar nos próximos anos”, alerta Júnior Macagnam, presidente da CDL Cuiabá.

    Se 2026 é o ano de organizar a emissão de notas fiscais, 2027 será o ano do choque financeiro. O presidente da CDL Cuiabá, Júnior Macagnam, alerta para o novo modelo de cobrança (Split Payment), que vai reter o imposto na hora da venda, afetando a disponibilidade de capital de giro principalmente para o comércio varejista. “Isso significa um grande impacto sobre o fluxo de caixa das empresas, o que exige uma visão estratégica por parte do empresário”, pontua Macagnam.

    Para a advogada Fernanda Silveira, quem não aproveitar 2026 para se organizar, sofrerá um impacto brutal no ano seguinte. “Se em 2026 você não se preparar, além de ter os riscos de multas com as notas incorretas, poderá levar um grande ‘tapa’ na cara. Ao longo de 2027, o caixa e o custo financeiro em diversos segmentos vão aumentar significativamente”, antecipou.

    PASSO A PASSO

    Confira o que fazer para começar 2026 bem e se preparar adequadamente para as mudanças da reforma tributária:

    1. Confirme que o software que você usa para emitir notas está atualizado

    Não espere o dia 1º de janeiro. Fale com a empresa que fornece seu sistema de caixa ou emissor de notas e exija a atualização para a “Nota Técnica 2025.002”. O sistema deve estar pronto para destacar as alíquotas de teste, que são 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS.

    2. Cheque se a Nota Cuiabana foi atualizada

    Se você emite notas direto no site da Prefeitura de Cuiabá, entre no portal e verifique eventuais avisos. A Prefeitura pode alterar a tela de emissão, adicionando os campos da CBS e do IBS, ou migrar para o Portal da Nota Fiscal Nacional. Fique atento e peça ajuda ao seu contador se for o caso.

    3. Converse com seu contador

    Antecipe-se e evite dor de cabeça. Verifique com seu contador se o seu negócio terá direito a aproveitar créditos ou benefícios de ICMS no novo modelo. Ele precisará configurar as alíquotas de teste no sistema para que o cálculo saia correto na nota.

    4. Prepare-se para 2027

    Use o ano de 2026 para simular o impacto no caixa. Comece a planejar a viabilidade do negócio considerando que, em breve, o imposto será descontado no ato da venda – impactando seu fluxo de caixa.

    Sobre a CDL Cuiabá. Com 52 anos de história e cerca de 10 mil empresas associadas, a CDL Cuiabá tem como missão transformar a Capital em um dos melhores lugares para empreender e morar. A entidade oferece facilidades como certificação digital, inteligência para concessão de crédito e economia operacional para seus associado

    Fonte: https://www.cdlcuiaba.com.br/noticias/emissao-de-nota-fiscal-muda-a-partir-de-1-de-janeiro-alerta-cdl-cuiaba/4859

  • Dr. João destaca conquista do Selo Diamante da Assembleia Legislativa e reforça compromisso com a transparência pública

    Dr. João destaca conquista do Selo Diamante da Assembleia Legislativa e reforça compromisso com a transparência pública

    Primeiro-secretario ressaltou que a clareza das informações é um instrumento fundamental para aproximar a população do Legislativo

    A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, o Selo Diamante do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP) durante a solenidade realizada nesta quarta-feira (10) pelo Tribunal de Contas do Estado. O certificado é concedido às instituições que atingem nível de qualidade superior a 75 por cento nos 130 critérios avaliados pelo PNTP, reconhecendo os portais mais completos, atualizados e acessíveis do país.

    Entre os 124 órgãos mato-grossenses certificados neste ano, 54 receberam o Selo Diamante, incluindo a ALMT. Para o deputado estadual Dr. João (MDB), primeiro-secretário da Casa, a conquista reafirma o compromisso permanente do Parlamento com a boa gestão e o respeito ao cidadão.

    “Pelo terceiro ano seguido, recebemos o Selo Diamante, o nível máximo do Programa. Isso mostra que nossos portais estão atualizados, que os dados do orçamento e da administração são abertos e que qualquer mato-grossense pode acompanhar de perto o trabalho desta Casa”, afirmou o deputado.

    Dr. João destacou que o certificado representa muito mais do que um reconhecimento técnico.

    “Esse selo não é apenas um prêmio. É a prova de um compromisso com o uso correto do dinheiro público, com a prestação de contas e com o respeito a cada contribuinte. Também serve de exemplo e incentivo para que outras instituições adotem o mesmo padrão de transparência”, declarou.

    O deputado ressaltou que a clareza das informações é um instrumento fundamental para aproximar a população do Legislativo. “A transparência aproxima a Assembleia da sociedade e reforça que estamos aqui para servir”, afirmou.

    Segundo ele, manter o Selo Diamante por três anos seguidos reforça a responsabilidade do Parlamento estadual em continuar aprimorando suas práticas.

    “Receber o Selo Diamante pela terceira vez é, acima de tudo, uma responsabilidade renovada. Que esse reconhecimento seja um estímulo para seguirmos no caminho da clareza, da abertura e do interesse público”, concluiu.

    Sobre o PNTP – O Programa Nacional de Transparência Pública é conduzido pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), em parceria com o TCE-MT, TCU, Instituto Rui Barbosa, Associação Brasileira de Tribunais de Contas dos Municípios (Abracom), Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC) e Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci). A avaliação passa por três etapas: autoavaliação do órgão, validação pelo Tribunal de Contas e divulgação dos resultados no Radar da Transparência Pública. Em Mato Grosso, foram avaliados os portais dos Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas e Defensoria Pública, tanto em nível estadual quanto municipal.

    Fonte : https://www.al.mt.gov.br/midia/texto/dr-joao-celebra-conquista-do-selo-diamante-da-assembleia-legislativa-e-reforca-compromisso-com-a-transparencia-publica/visualizar

  • Pressão Sindical

    Pressão Sindical

    Servidores protestam após Executivo não enviar projeto de reajuste para a Cãmara Municipal de VG

    Ato ocorreu após proposta não chegar à Câmara; Sintep rebate críticas de vereadores.

    WhatsAppFacebookTwitterMessengerLinkedInCompartilhar

    Profissionais da educação protestaram na manhã desta terça-feira em frente à Secretaria de Educação de Várzea Grande. A manifestação ocorreu depois que o projeto de reajuste salarial não entrou na pauta da Câmara Municipal porque o Executivo não enviou o texto para análise.

    Com a ausência da proposta, o presidente da Câmara, Wanderley Cerqueira, afirmou que o Legislativo não tinha como votar a recomposição sem o envio oficial do Executivo. “Se o projeto não chega, não tem como votar. E quem perde é o trabalhador”, declarou o parlamentar ao comentar a cobrança dos servidores.

    Paralelamente ao protesto, o presidente do Sintep/Várzea Grande, Juscelino Dias Moura, rebateu críticas de vereadores que o acusaram de mobilizar a categoria mesmo sabendo que o projeto não seria votado. Segundo ele, a convocação dos profissionais foi baseada em informações fornecidas pelo próprio secretário municipal de Educação, Igor Cunha, durante reunião realizada na semana anterior.

    Juscelino afirmou que trabalha apenas com dados oficiais e que recebeu de Cunha a garantia de que o projeto seria enviado ao Legislativo até quinta-feira, dia 4, o que permitiria sua inclusão na sessão desta terça. “O secretário disse para mim que estaria encaminhando o projeto na semana passada. Eu não tenho que ficar cobrando se veio ou não. Meu papel é vir com a categoria cobrar dos vereadores para que o projeto seja aprovado”, declarou.

    O Sintep/VG reforçou que o atraso pode impedir a votação ainda em 2025 e afirmou que a mobilização continuará até que a Prefeitura encaminhe o projeto. “A categoria merece ser tratada com respeito e transparência”, disse o sindicato.

    Os profissionais pediram celeridade e afirmaram que não aceitarão que a discussão seja empurrada para o próximo exercício financeiro.

    Fonte: https://omatogrosso.com/cidades/servidores-protestam-apos-executivo-nao-enviar-projeto-de-reajuste-para-a-camara-municipal-de-vg/

  • Faissal diz que Flávio Bolsonaro é “voz oficial” da direita e classifica lançamento à Presidência como “tacada de mestre”

    Faissal diz que Flávio Bolsonaro é “voz oficial” da direita e classifica lançamento à Presidência como “tacada de mestre”

    Para deputado mato-grossense, restrições impostas a Jair Bolsonaro tornam estratégica a escolha do filho como pré-candidato e figura central das articulações para 2026.

    Em vídeo publicado nas redes sociais neste fim de semana, o deputado estadual Faissal Calil (Cidadania) avaliou como “uma grande tacada de mestre” a decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de anunciar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. Para o parlamentar, a movimentação representa não apenas uma escolha eleitoral, mas uma estratégia decisiva para reorganizar e fortalecer a direita em um momento que ele classifica como de “tolhimento” da liberdade de expressão de Bolsonaro.

    Segundo Faissal, a impossibilidade do ex-presidente de se manifestar plenamente gera incertezas dentro do campo conservador e abre espaço para disputas internas. O deputado afirma que adversários políticos torcem por divisões na direita, cenário que, segundo ele, a indicação de Flávio pretende evitar.

    “Estão tirando o direito de expressão do maior nome da direita, que é Jair Messias Bolsonaro. Isso enfraquece e causa rachas. Muitos querem ver a direita dividida, mas não podemos permitir”, declarou.

    Com quatro mandatos e atual senador da República, Flávio Bolsonaro é apontado por Faissal como a figura capaz de representar oficialmente o ex-presidente. Ele afirma que toda a articulação nacional da direita para 2026 “passará necessariamente por Flávio”, mesmo diante da existência de outros nomes influentes no campo conservador.

    “Temos ótimos quadros, como Michel, Ema e Tarcísio, mas todos terão que sentar com Flávio Bolsonaro e se articular. Hoje, quem fala em nome de Jair Messias Bolsonaro é ele”, reforçou.

    Apesar de reconhecer que o cenário eleitoral pode mudar até o próximo ano, Faissal garante apoio integral ao movimento que, em sua avaliação, unifica o campo bolsonarista. Para ele, o foco agora deve ser afastar qualquer possibilidade de fragmentação interna.

    “É hora de firmeza e unidade. Nada de intrigas ou rachas. Precisamos manter a direita unida”, concluiu o deputado.

    Fonte: https://www.parlamentonews.com.br/politica/1-noticias/politica/3809-faissal-diz-que-flavio-bolsonaro-e-voz-oficial-da-direita-e-classifica-lancamento-a-presidencia-como-tacada-de-mestre

  • DE VOLTA AO TÚNEL

    DE VOLTA AO TÚNEL

    Por Gilson Alves www.variadosnoticias.com.br 

      Nesta semana, saiu a decisão de se construir um túnel para resolver de uma vez por todas o problema do Portão do Inferno, para resolver a situação “caótica” pela qual está passando a Cidade de Chapada dos Guimarães!

    Em primeiro lugar, algum parlamentar deverá entrar com uma proposta para mudar o nome do lugar de Portão do Inferno para Túnel do Inferno ou Entrada do Céu, pois o nome não fará mais sentido, uma vez que não se avistará mais a cratera ali existente.

    Em segundo lugar, pelo menos até onde eu sei, aquelas rochas são arenosas e, se isso for verdade, ao entrar com maquinário para a construção do túnel, poderá haver um desabamento. Se desabar antes de terminar a obra, o serviço estará perdido e o dinheiro público mais uma vez mal investido. Se desabar depois, será o verdadeiro “inferno”, pois poderá matar pessoas que por ali estiverem passando.

    A verdade é que o Governo Mauro Mendes não quer gastar com algo verdadeiramente definitivo, por ser uma opção mais cara, porém verdadeiramente segura, e que manteria e preservaria o local com seu nome original “Portão do Inferno”, que seria um viaduto com pistas largas e estacionamento para veículos, onde os turistas poderiam contemplar a natureza e fotografar, talvez até fazer um lanche e continuar seu passeio para a Chapada. Um lugar seguro onde os caminhões poderiam transportar mercadorias de forma mais barata para a cidade.

    Quer fazer mais uma experiência com o dinheiro do trabalhador? Ele já gastou 10 milhões tentando fazer tal retangulamento, que não deu certo. Agora vai tentar um túnel incerto e gastar talvez mais 10 milhões e ainda não estará mais aí para responder e nem entregar a obra, pois deixa o governo no princípio do próximo ano para ser candidato ao senado (e será vetado) nas urnas pelos funcionários do TJ e os demais funcionários públicos.

    Deixará Otaviano Pivetta, seu atual vice, com a bomba, que por sua vez também não entregará a obra, uma vez que seu mandato termina em janeiro de 2027 e a obra só estará, se tudo der certo, depois desse prazo. Otaviano é candidato ao governo, se vencer entrega a obra, se perder entrega a bomba para o próximo governador.

    “Sei que nada sei”, como disse Sócrates. Mas acho que o final será infeliz. Mauro não será senador, Pivetta não será governador e a novela só terá fim no próximo governo (Jaime, Wellinggton Fagundes ou um terceiro nome) que, com certeza, construirá um viaduto em 2028,pois será a única opção.

    Obs: abaixo vc pode ver e consultar o google sobre o terreno da MT 251

    As condições das rochas na rodovia MT-251, especialmente no trecho conhecido como Portão do Inferno, são de risco de deslizamento devido à instabilidade geológica natural da área e a presença de rachaduras. 

    Especialistas alertam que a área é geologicamente instável e que novos desmoronamentos podem ocorrer, embora o cronograma exato seja imprevisível. A Sinfra-MT está autorizada a realizar intervenções para a reabilitação estrutural da área. 

    https://www.google.com/search?q=condi%C3%A7%C3%B5es+da+rochas+da+estrada+de+chapada+do+guimar%C3%A3es&oq=condi%C3%A7%C3%B5es+da+rochas+da+estrada+de+Chapada+do+Guimares&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqCQgBECEYChigATIGCAAQRRg5MgkIARAhGAoYoAHSAQo1NDk5M2owajE1qAIIsAIB8QWYKTcJkyAhC_EFmCk3CZMgIQs&sourceid=chrome&ie=UTF-8

  • Não é acidente, é crime

    Não é acidente, é crime

    Toda minha solidariedade à Tainara Souza Santos, 31 anos, vítima de uma tentativa brutal de feminicídio em São Paulo. Ela foi atropelada e arrastada pelo ex namorado, perdeu as duas pernas, vai colocar pinos na bacia e ainda terá de enfrentar novas cirurgias. Isso não é um caso isolado. É mais um retrato cruel da violência contra a mulher no Brasil. Não é acidente, não é exagero. É crime.

    Esse homem, de 26 anos, destruiu a vida dessa jovem, marcou para sempre a família, os amigos e chocou a sociedade inteira. Mesmo que receba hoje as penas mais duras que a legislação permite, ainda será pouco diante do tamanho do trauma que causou.

    Registro aqui meu total repúdio a esse criminoso e minha indignação com a legislação brasileira. Para crimes bárbaros como esse, defendo penas muito mais severas. O Brasil precisa discutir com coragem medidas como prisão perpétua e, sim, pena de morte em casos extremos, para que cada agressor saiba que atacar mulheres e crianças tem consequência real, pesada e definitiva.

    JustiçaPorTainara #ChegaDeFeminicídio #ViolênciaContraAMulher #LeiMaisDuraJá #TolerânciaZero #ProtejamAsMulheres #ProtejamAsCrianças #BrasilContraAViolência