Neste 28 de julho, Dia do Agricultor, celebrarmos o trabalho incansável de quem com coragem e tecnologia aposta na terra que produz. O agricultor mato-grossense é símbolo de resistência, progresso e compromisso com o desenvolvimento sustentável, e de forma incansável, dedica-se em fazer seu trabalho mesmo diante de todas as adversidades.
Mato Grosso é, reconhecidamente, o celeiro do Brasil. Nossos produtores são responsáveis por números que impressionam: o agronegócio representa mais de 50% do PIB estadual e é pilar fundamental da nossa balança comercial. O campo gera empregos, movimenta a indústria, fortalece o comércio, demanda serviços, e garante alimento na mesa de milhões de brasileiros. Por isso, o papel do agricultor transcende o plantio e a colheita, ele é um verdadeiro agente de transformação econômica e social.
Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, temos pautado nossa atuação em defesa da produção responsável, da segurança jurídica no campo e do equilíbrio entre desenvolvimento e preservação ambiental. Um exemplo claro disso foi a participação ativa da ALMT nas discussões sobre a moratória da soja.
As discussões em torno da moratória existiram porque penalizar produtores que já cumprem com rigor o Código Florestal, criando barreiras comerciais injustas e prejudicando o pequeno e o médio agricultor é na verdade prejudicar todo o Estado de Mato Grosso. Atuamos firmemente para garantir que qualquer iniciativa de proteção ambiental seja construída com diálogo, base técnica e respeito aos que produzem de forma legal e sustentável, exemplo disso foi a aprovação da Lei 12.709/2024, pela ALMT, que veda a concessão de incentivos fiscais e doações de terrenos públicos a empresas que aderem à Moratória da Soja.
É preciso dizer, com todas as letras: o agricultor mato-grossense não é inimigo do meio ambiente. Ao contrário, é parte essencial da solução. São eles que investem em práticas de plantio direto, em recuperação de áreas degradadas, em tecnologia de precisão e em manejo de baixo impacto. Muitos, inclusive, vão além das exigências legais e promovem verdadeiras revoluções verdes em suas propriedades.
A ALMT seguirá vigilante e comprometida com a valorização dos nossos agricultores. Acreditamos que é possível e necessário produzir com responsabilidade, preservar com inteligência e crescer com propósito de integração, visando garantir a segurança alimentar para o Estado, o país e o mundo.
Afinal, são os agricultores mato-grossenses, que segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), vão precisar produzir 148,94 milhões de toneladas de grãos e pluma em 2034, além de 2,80 milhões de toneladas de proteínas bovinas, suínas e de aves para suprir a necessidade do mercado que depende da nossa atividade agrícola.
Neste Dia do Agricultor, deixo meu mais profundo respeito e reconhecimento a todos que, com as mãos na terra e o olhar no futuro, constroem um Mato Grosso mais forte, sustentável e promissor.
Parabéns a cada agricultor e agricultora do nosso Estado. Vocês são o orgulho de Mato Grosso.
*Max Russi é presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT).
O Ministério Público de Mato Grosso (MP-MT) investiga uma possível fraude envolvendo um ex-diretor da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP) nomeado pela gestão do prefeito Abilio Brunini (PL).
A denúncia, feita pelo ex-diretor Paulo Rós, aponta que durante a intervenção estadual o ex-diretor-geral Israel Silva Paniago e outros interventores teriam assinado documentos como diretores da Empresa Cuiabana quando ele ainda constava oficialmente como diretor, mesmo após sua exoneração em março de 2023.
Israel voltou a assumir o cargo de diretor-geral da ECSP na gestão do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), quando teria alterado os nomes dos representantes da Empresa Cuiabana sem alterar na Junta Comercial. O que, na visão, do denunciante seria mais uma irregularidade cometida.
Paulo Rós afirma que, embora tenha sido exonerado em 16 de março de 2023 pela interventora estadual Daniele Carmona, seu nome não foi removido dos registros oficiais da ECSP, como na Junta Comercial de Mato Grosso (Jucemat) e na Receita Federal. Ele relata que, mesmo após solicitar a regularização à Secretária de Saúde e presidente do Conselho de Administração da ECSP, Lúcia Helena Barboza, nenhuma medida foi tomada.
Assinaturas irregulares e alteração fraudulenta
Segundo a denúncia, Israel Silva Paniago, junto com outros co-interventores, teriam assinado empenhos e notas de despesas carimbando e rubricando por cima do nome de Paulo Rós, mantendo-o como responsável legal pelos atos da empresa.
O ex-gestor afirma que até hoje seu nome ainda consta como diretor da ECSP na Jucemat, conforme certidão apresentada pelo denunciante.
A situação veio à tona quando Paulo Rós teve a restituição do Imposto de Renda retida por débitos posteriores a sua gestão da ECSP, em 2023 e 2024, já que seu nome ainda estava vinculado à empresa. Além disso, ele alega que problemas no Serasa têm afetado sua vida pessoal e creditícia devido ao vínculo não encerrado. Rós também afirma que responde a uma ação de cobrança na Justiça Federal por débitos gerados após sua exoneração.
Na representação ao Ministério Público, o ex-diretor lista possíveis crimes cometidos pelos interventores, como: falsidade ideológica, fraude em documentos, improbidade administrativa e prevaricação.
Ele pede apuração dos fatos e responsabilização dos envolvidos, mas ressalta que não busca a anulação dos atos administrativos praticados desde sua exoneração para evitar “caos” nos hospitais geridos pela ECSP.
O que diz a Prefeitura de Cuiabá
A reportagem do PNB Online procurou a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) para esclarecer sobre a denúncia e a investigação. Em nota, a Secretaria afirmou que durante o período após a intervenção nenhuma providência foi tomada para resolver o problema.
Segundo a prefeitura, o processo na Junta Comercial é mais complexo e ajustes foram feitos nas atas das assembleias da ECSP para corrigir o problema.
“É importante frisar que não há nenhuma irregularidade ou ilegalidade no processo, mas sim um esforço da atual administração para organizar a documentação da empresa, que permaneceu por muito tempo desatualizada, sem que os diretores anteriores tomassem providências”, diz trecho da nota.
NOTA À IMPRENSA
A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá esclarece, em relação à investigação do Ministério Público sobre a suposta utilização do nome do ex-diretor da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), Paulo Rós. A situação relatada é fruto da ausência de regularização formal da composição da diretoria da empresa pelos gestores anteriores.
Durante o período após a intervenção na ECSP, nenhuma providência foi tomada para atualizar os registros da empresa junto à Receita Federal, Junta Comercial de Mato Grosso (JUCEMAT) e outros órgãos de controle, o que acabou resultando em pendências documentais que agora estão sendo devidamente corrigidas.
Com a atual gestão, as medidas necessárias para regularização estão em andamento: • A atual diretora geral da ECSP Thania Zanette já providenciou a atualização do cadastro da ECSP junto à Receita Federal, onde atualmente já consta o nome dela como responsável legal no CNPJ da empresa. • Quanto à Junta Comercial, o processo é mais complexo, pois exige que as atas de assembleias gerais estejam conforme o modelo exigido pela JUCEMAT. A primeira ata foi feita em janeiro, mas a Junta solicitou ajustes formais. Uma nova Assembleia Geral Extraordinária foi realizada e toda a documentação exigida já foi protocolada, com acompanhamento técnico do contador da empresa.
É importante frisar que não há nenhuma irregularidade ou ilegalidade no processo, mas sim um esforço da atual administração para organizar a documentação da empresa, que permaneceu por muito tempo desatualizada, sem que os diretores anteriores tomassem providências.
A atual gestão segue comprometida em regularizar todos os cadastros da ECSP – incluindo Receita Federal, Junta Comercial, Tribunal de Contas, FGTS, e-Social, entre outros – com total transparência e legalidade, corrigindo pendências herdadas de administrações anteriores.
O que diz Israel Silva Paniago
Questionado pela reportagem, Israel Silva Paniago declarou que começou o processo de alteração dos documentos este ano, mas deixou a gestão em abril de 2025. Ele lembrou que outros gestores da Saúde, após o período de intervenção, também não realiaram a alteração.
Israel também declarou que sua nomeação como interventor garantia plenos poderes para assinar documentos e contratos, mesmo sem ter alterado a direção da ECSP na Junta Comercial.
Bom dia.
Estou sabendo agora a respeito desta situação.
Mas a principio fui nomeado no período da intervenção como co-interventor da ECSP no período de 15 de março até 31 de dezembro de 2024 (por uma determinação judicial temporária) o que da legitimidade a assinatura de todos os contratos celebrados a época.
Em 2024 a gestão da ECSP voltou para a o município e no período foram nomeados outros 4 diretores (ano de 2024) que não fizeram a regularização junto a Receita Federal e JUSCEMAT.
Em 2025 fui nomeado ao cargo de Diretor Geral da ECSP, ficando de janeiro a abril de 2025, sendo iniciado o processo de mudança/alteração, mas como tive a saída da direção, foi solicitado novamente a alteração juntos aos órgãos, mas creio que ainda não deve ter finalizado.
Inclusive tenho cópia da Ata do Conselho Administrativo da ECSP e protocolo da JUSCEMAT onde conta essa alteração.
Segundo o estudo, existem, aproximadamente, 19 mil pessoas desempregadas em Cuiabá, considerando os desalentados, que desistiram de procurar emprego e acabam migrando para a informalidade.
Um estudo desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio (IPF-MT) e o Grupo de Estudos e Pesquisa em Economia e Agronegócio da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) aponta que o mercado informal em Cuiabá aumenta os impostos em 12,5% no mercado formal.
A pesquisa revela o ‘custo marginal tributável’ de empresas de diversos segmentos do comércio que estão sobrecarregadas com a prática da informalidade na capital.
O diretor de Pesquisas do IPF-MT, Maurício Munhoz, explica que o fato de a informalidade não recolher tributos se transforma em um excesso de sobrecarga para a formalidade e isso significa maiores custos dos produtos aos contribuintes.
Os informais na capital são cidadãos brasileiros e estrangeiros. Os estrangeiros são, na maioria, vindos do Senegal e do Haiti, e se agarram à informalidade para sobreviver ou complementar renda.
Além disso, segundo Munhoz, existem aqueles que conseguem controlar diversas bancas nos camelódromos da cidade e acabam arrendando os espaços. Também existem famílias que acumulam diversas bancas e acabam atuando na informalidade.
De acordo com o estudo, existem, aproximadamente, 19 mil pessoas desempregadas em Cuiabá, considerando os desalentados, pessoas que desistiram de procurar emprego porque não tem esperanças de que irão encontrar.
A maioria são jovens que não possuem qualificação profissional.
Por esta razão, o superintendente, Igor Cunha, explica que esta condição desestimula muitos deles a continuar os estudos. Dessa forma, quando concluem o ensino médio regular, muitos não conseguem uma boa colocação no mercado de trabalho. Isso tem provocado a ida para o trabalho informal, os socialmente aceitos ou não.
Com isso, ele esclarece que, por falta de experiência no mercado formal, os jovens encontram nestes locais condições de ganhar dinheiro e, posteriormente, criar um desejo de juntar um montante suficiente para investir em sua própria banca e se tornarem empreendedores informais.
Isso faz com que este ciclo da informalidade só cresça em Cuiabá.
(essa matéria foi publicada no G1 em 2021)
Porem quero destacar que as bancas colocadas nas calçadas e camelódromos sem fiscalização e totalmente desordenadas e adequada , principalmente aquelas que vendem produtos com as mesmas caraterísticas e muitas vezes de qualidade inferior as vendidas nas lojas formais podem prejudicar o comerciante e trazer sobrecarga de impostos mas quero nesta matéria destacar o capricho da dona Bel que ocupa um espaço no centro de Cuiabá ,autorizado pela Câmara Municipal com seu Carinho de doces e saladas em potes que dão “agua na boca” de quem passa pelo local, dana Bel e seu esposo sobrevivem da informalidade do qual eu não sou contra e parabenizo esse casal deixando aqui o incentivo e desejando sucesso.
Carlos Henrique – Assessoria do vereador Eduardo Magalhães
O Projeto Tarifa Zero, de autoria do vereador Eduardo Magalhães (Republicanos), já apresenta resultados expressivos em Cuiabá. De acordo com dados da Associação Matogrossense dos Transportadores Urbanos (MTU), a iniciativa beneficiou mais de 78 mil pessoas somente no mês de junho.
A proposta, que garante gratuidade no transporte coletivo aos domingos, foi aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL), por meio da Lei nº 7.248. Desde sua implantação, o projeto tem ampliado o acesso da população à mobilidade urbana, especialmente em um dos dias mais estratégicos da semana.
“É gratificante ver que essa iniciativa tem gerado benefícios reais para a população. Quando falamos em Tarifa Zero, não é apenas sobre economizar no transporte, mas sobre garantir que mais famílias tenham acesso ao lazer, ao trabalho, à cidade. É saber que cada domingo agora pode ser vivido com mais dignidade”, afirmou o vereador Eduardo Magalhães.
O benefício é válido exclusivamente aos domingos e está condicionado ao uso do Cartão Transporte. A iniciativa visa promover inclusão social, reduzir os custos de deslocamento e fortalecer a participação cidadã nos espaços urbanos.
Além da triagem, os profissionais receberam orientações e, em alguns casos – mediante a necessidade – foram encaminhados para acompanhamento nas unidades de saúde
Em homenagem ao Dia Nacional do Taxista, comemorado nesta sexta-feira (25), a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou uma ação especial voltada aos profissionais que atuam no ponto do Aeroporto Internacional Marechal Rondon. A iniciativa é fruto de um projeto do vereador Rogerinho Dakar (PSDB), intitulado “Dia Saúde”, que busca aproximar os serviços de saúde da categoria.
Durante toda a manhã, a equipe da Secretaria Municipal de Saúde esteve no local aferindo pressão arterial, testando a glicemia, atualizando a caderneta vacinal e prestando atendimento médico inicial aos taxistas. Além da triagem, os profissionais receberam orientações e, quando necessário, foram encaminhados para acompanhamento nas unidades de saúde.
A prefeita Flávia Moretti (PL) também esteve presente na ação e destacou a importância da parceria entre o Executivo e o Legislativo para garantir iniciativas que impactam diretamente na vida dos trabalhadores. “Essa é uma homenagem carregada de cuidado. Parabenizo o vereador Rogerinho Dakar por essa atitude. Trazer a saúde para mais perto do trabalhador é o caminho certo para uma gestão humanizada e eficiente.”
Segundo o vereador Rogerinho Dakar, o projeto foi criado com o propósito de reconhecer e cuidar dos taxistas, que muitas vezes deixam a própria saúde de lado diante da correria do dia a dia. “É uma categoria centenária, que presta um serviço essencial à população, e que muitas vezes, não tem tempo de procurar um médico. Quando a saúde vai até eles, isso representa cuidado e valorização”, destacou.
A secretária de Saúde, Deisi Bocalon, ressaltou que ações como essas estão alinhadas ao compromisso da gestão municipal em estar cada vez mais próxima da população. “A saúde precisa estar onde o povo está. Sempre que houver ações que a saúde puder somar, estaremos presentes com vacinação, acolhimento e acompanhamento. Esse é o nosso dever.”
Representando os taxistas, o presidente da Cooperativa dos Taxistas do Aeroporto, José Luiz Cavalcante, agradeceu pela atenção da administração pública para com os profissionais do volante. “É um projeto louvável. São mais de 100 motoristas cooperados e, aqui no ponto do Aeroporto, temos em média 42 que estão diariamente na lida, recebendo os passageiros que chegam ao nosso Estado. Esse olhar do vereador Rogerinho é muito importante para nós”, celebrou.
Márcio Frederico, superintendente de Atenção Primária, também acompanhou a ação. “Esse é o papel da atenção básica: cuidar de perto da população. Hoje estamos aqui com vacinação, aferição de pressão, atendimento médico e isso é gratificante. Estar junto da comunidade, principalmente de quem vive na correria como os taxistas, é fundamental”, comentou.
A taxista Fátima da Silva, que atua há três anos na profissão, também aproveitou os serviços ofertados pela ação e avaliou a iniciativa como extremamente necessária. “Nossa rotina é muito corrida, às vezes não dá tempo de parar para cuidar da saúde. Já conheci colegas com diabetes e pressão alta. Por isso esse olhar da saúde para a gente é muito importante. Hoje aproveitei para atualizar minhas vacinas e já estou com tudo em dia.”
Andressa Sales – Assessoria do vereador Demilson Nogueira
O vereador Demilson Nogueira (PP) destacou a necessidade de uma solução definitiva para as demandas dos profissionais da educação municipal. O parlamentar informou que, atendendo aos apelos dos vereadores, o prefeito Abílio determinou a retirada de tramitação do projeto que tratava do tema.
Segundo Demilson, os recursos para atender a categoria já estão previstos no orçamento em execução.
“No orçamento atual, existem aproximadamente R$ 90 milhões que podem ser remanejados. Até então, ao meu ver, nada foi remanejado, pois recentemente esta Casa aprovou crédito especial mesmo com autorização já existente para movimentação no orçamento”, afirmou.
O vereador reforçou que a solução está dentro do próprio planejamento orçamentário e informou que haverá uma reunião com o prefeito nos próximos dias.
“Estamos confiantes de que, na quarta-feira, o prefeito apresentará uma proposta que resolva de vez essa pendência com os professores. Nosso objetivo é encerrar essa discussão e garantir os direitos da categoria”, completou Demilson.
Débora Inácio – Assessoria da vereadora Michelly Alencar
Na manhã desta quarta-feira (23.07), a vereadora Michelly Alencar participou de uma reunião de alinhamento para definir o cronograma, o fluxo de execução e os indicadores do projeto “Horta nas Escolas”, que será implantado na rede municipal de ensino de Cuiabá. O encontro, realizado na Secretaria Municipal de Educação, definiu os últimos detalhes da iniciativa, que tem como objetivo promover a educação ambiental, incentivar a alimentação saudável e ampliar a conscientização sobre sustentabilidade entre as crianças.
A primeira unidade a receber o projeto será a Escola Municipal Antônia Tita Maciel de Campos, localizada no bairro Jardim Florianópolis, com inauguração prevista para o dia 20 de agosto. Além disso, outras 10 hortas devem ser implantadas até o fim do ano em diferentes escolas da capital.
“Estamos saindo da reunião com o coração cheio de expectativa, porque a nossa horta vai dar certo. Finalizamos os ajustes e já temos data marcada para inaugurar a primeira horta na Escola Antônia Tita. Tenho certeza de que essa iniciativa fará toda a diferença no manejo, na educação e na conscientização ambiental das nossas crianças”, destacou a vereadora.
Michelly também agradeceu aos parceiros do projeto, entre eles as Secretarias Municipais de Educação, Meio Ambiente, Agricultura e Trabalho, além da Empaer. A parlamentar também reconheceu o apoio do vice-governador Otaviano Pivetta, que se comprometeu com o fortalecimento da ação.
“O comprometimento de cada parceiro é essencial para o sucesso do projeto. Nosso objetivo é transformar as hortas em verdadeiras salas de aula a céu aberto, despertando o interesse dos estudantes pelo cultivo e pela preservação do meio ambiente”, reforçou.
O projeto “Horta nas Escolas” é resultado de uma articulação da vereadora Michelly Alencar com os órgãos envolvidos, e tem como foco a implantação de práticas pedagógicas sustentáveis, promovendo hábitos saudáveis desde a infância.
Representantes das categorias se reuniram com o governo e deputados nesta terça-feira.
Em reunião realizada no fim da manhã desta terça-feira (22), o deputado estadual e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Dr. João (MDB), participou de um importante encontro entre representantes do Samu, do Corpo de Bombeiros Militar, do Governo do Estado e o deputado Paulo Araújo (PP). O objetivo foi alinhar os pontos de divergência sobre a implementação do termo de cooperação técnica que trata da atuação integrada no atendimento pré-hospitalar em Mato Grosso.
O parlamentar defendeu o fortalecimento do diálogo para garantir que o principal beneficiado seja o cidadão. “O avanço no diálogo foi muito importante. O que estamos discutindo aqui é o bem comum. A ideia apresentada é simples: que o Corpo de Bombeiros cuide da sua parte e o Samu da sua, com cada um fazendo sua gestão, mas com trabalho articulado. No fim das contas, queremos atender melhor a população”, afirmou Dr. João.
Embora haja consenso sobre a importância da parceria, representantes do Samu alertaram para a necessidade de respeitar os fluxos operacionais distintos de cada instituição. Eles demonstraram preocupação com trechos do termo que tratam do gerenciamento operacional conjunto, argumentando que não pode haver subordinação entre profissionais de estruturas diferentes, com legislações, carreiras e organogramas próprios.
“É preciso deixar claro que o Samu e o Corpo de Bombeiros devem atuar de forma integrada, mas sem sobreposição. Cada um precisa manter sua autonomia administrativa e operacional”, pontuou um dos técnicos presentes.
O presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde, Carlos Mesquita, também participou da reunião e afirmou que, em outros estados, a implantação desse tipo de termo segue cronogramas progressivos, com etapas claras e bem definidas. Ele chamou atenção para a velocidade com que o processo vem sendo conduzido em Mato Grosso, o que tem gerado insegurança entre os profissionais.
Há ainda relatos de questionamentos sobre condutas médicas por parte de integrantes do Corpo de Bombeiros, o que reforça a necessidade de delimitar responsabilidades. Uma das sugestões levadas à mesa é que o gerenciamento administrativo das ações permaneça dividido: o Samu segue com sua estrutura e o Bombeiro com a sua, respeitando os fluxogramas e competências específicas.
Dr. João se comprometeu a continuar atuando como facilitador entre as instituições, acompanhando de perto as próximas etapas da discussão. “Nosso papel é garantir que o processo seja construído de forma coletiva, transparente e segura. Só assim teremos um atendimento de urgência eficiente, digno e respeitoso com quem está na ponta”, finalizou.
O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, se comprometeu a estudar as mudanças no termo junto ao governador Mauro Mendes.
O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, também esteve presente na reunião.
O prazo para adequação é de 180 dias a partir da publicação da lei.
Foto: Rodrigo Prates
Um passo importante pela inclusão foi dado na semana passada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Aprovado, em segunda votação, o projeto de lei do presidente da Casa, deputado Max Russi (PSB), que garante o direito das pessoas com deficiência à formação adequada para obtenção da carteira de habilitação. A proposta já sancionada virou a Lei nº 12.964/2025 e estabelece regras para que os Centros de Formação de Condutores (CFCs) estejam preparados para atender esse público.
De acordo com o texto, as autoescolas que possuírem mais de dez veículos devem oferecer, obrigatoriamente, ao menos um carro adaptado e um instrutor capacitado para ministrar as aulas práticas. Já os CFCs com estrutura menor poderão firmar parcerias para garantir o atendimento. O objetivo é simples: assegurar que nenhuma pessoa com deficiência seja impedida de tirar sua CNH por falta de estrutura adequada.
“Esse projeto nasce da escuta e da sensibilidade. Não dá mais para aceitar que alguém tenha seu direito de ir e vir limitado por falta de acessibilidade. A inclusão precisa sair do discurso e virar prática”, destacou Max Russi durante a votação.
A lei determina ainda que os veículos adaptados devem contar com comandos manuais, como empunhadura de volante, alavanca de freio e acelerador, além de câmbio automático e demais itens exigidos por segurança. Tudo isso sem que haja qualquer cobrança extra ao aluno com deficiência.
O Detran-MT será responsável por regulamentar os detalhes da aplicação da norma, garantindo que os CFCs cumpram o que está previsto. O prazo para adequação é de 180 dias a partir da publicação da lei.
Para Max Russi, a proposta vai além de uma adequação legal. “É uma conquista social. Estamos falando de dignidade, de autonomia e de respeito. Pessoas com deficiência têm o direito de dirigir, de viver com liberdade. E o papel do poder público é garantir que esse direito seja possível”, afirmou o parlamentar.
Deputado articulou envio de equipamentos em visita recente a Brasília (DF).
Mais de R$ 2 milhões em máquinas, insumos e veículos foram entregues nesta sexta-feira (18), no Assentamento Antônio Conselheiro, em Tangará da Serra, durante nova etapa do Programa Estratégico de Fortalecimento Estrutural de Assentamentos Rurais e Sustentabilidade da Agricultura Familiar em Mato Grosso. A ação contemplou ainda famílias de Nova Olímpia e Nortelândia, somando quatro assentamentos e uma cooperativa beneficiada na região Médio-Norte do estado.
O programa é desenvolvido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e tem como objetivo mecanizar a produção, gerar renda, aumentar a produtividade e tornar a agricultura familiar mais sustentável e competitiva.
O deputado estadual e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Dr. João (MDB), foi o principal articulador da conquista. Ele esteve em Brasília para apresentar pessoalmente o projeto ao ministro Carlos Fávaro e viabilizou, ao todo, R$ 10 milhões em investimentos para os municípios da região.
“O nosso povo trabalhador precisa de condições para plantar, colher e alimentar o nosso estado. A agricultura familiar é gigante, e temos o potencial de alimentar não só Mato Grosso, mas o Brasil inteiro”, afirmou o deputado durante o evento. Segundo ele, a entrega representa mais uma etapa importante na construção de um campo mais forte e valorizado.
Tratores, implementos agrícolas, veículos e insumos chegaram às comunidades com a proposta de impulsionar a produção e levar mais dignidade às famílias que vivem do campo. “A oportunidade de mudar vidas com o nosso trabalho me sensibiliza muito. Sempre que posso, busco realizar sonhos e incentivar políticas públicas que beneficiem quem mais precisa”, completou Dr. João.
Antes da solenidade, o parlamentar e o ministro Fávaro participaram de um café da manhã em Tangará da Serra, com o prefeito Vander Masson e o vice-prefeito Eduardo Sanches, onde debateram propostas de melhoria para a cidade. Durante o evento, o ministro anunciou também o início do processo de regularização fundiária do Assentamento Antônio Conselheiro e de outros assentamentos ainda não titulados no estado.
“Seguimos firmes no compromisso de mecanizar, capacitar e fortalecer a agricultura familiar para que ela seja cada vez mais produtiva, sustentável e competitiva”, disse o deputado, destacando que a ação desta sexta é parte de um trabalho contínuo de fortalecimento das comunidades rurais em Mato Grosso.