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  • Dia do Abraço no Pantanal Shopping — AO VIVO

    Dia do Abraço no Pantanal Shopping — AO VIVO

    Atualizações direto do Pantanal Shopping, em Cuiabá. Novas fotos entram ao longo do evento.

    Estamos cobrindo ao vivo o Dia do Abraço no Pantanal Shopping (Cuiabá–MT).
    Envie sua foto marcando @empoucaspalavrass e usando a hashtag #DiaDoAbraço para aparecer por aqui.

    https://www.instagram.com/empoucaspalavrass

  • Lacen identifica circulação de nova variante da covid-19 em MT

    Lacen identifica circulação de nova variante da covid-19 em MT

    O Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT) detectou a circulação da variante recombinante XFG, da covid-19, no estado. A vigilância genômica foi realizada em amostras coletadas entre os dias 20 de agosto e 02 de setembro nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Primavera do Leste e Querência.

    No Brasil, a linhagem já circula em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Ceará, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Pernambuco, Amazonas, Piauí, Alagoas e Bahia.

    Até o momento, não há evidências de que a XFG esteja associada a formas mais graves da doença e nem de que comprometa significativamente a eficácia das vacinas ou terapias antivirais disponíveis.

    A diretora do Lacen, Elaine Oliveira, explica que a XFG é uma descendente da Ômicron, classificada como recombinante, uma vez que surgiu a partir da coinfecção por duas linhagens distintas, LF.7 e LP.8.1.2, processo que resultou na mistura de material genético e no aparecimento da nova recombinante.

    Crédito – Secom-MT

    “O Lacen-MT implementou um programa de vigilância genômica ativa, que se configura como um pilar essencial para a detecção precoce e acompanhamento das subvariantes da Ômicron. Esta vigilância desempenha um papel estratégico na identificação de novas variantes”, disse Elaine.

    Leia Também: Tempestade de poeira e chuva assusta moradores em Cuiabá e Várzea Grande

    Ela também ponderou que a variante recombinante permanece na categoria de monitoramento, sem mudanças imediatas nos protocolos médicos ou de vacinação. “Não é motivo para pânico. A vigilância genômica é uma ferramenta para a detecção das variantes que estão em circulação, permitindo a antecipação de medidas para evitar a propagação acelerada do vírus e a ocorrência de novos surtos”, acrescentou.

    Também conhecida como “Stratus”, a XFG apresenta múltiplas mutações na espícula, como T22N, S31P, K182R, R190S, R346T, K444R, V445R, F456L, N487D, Q493E e T5721, que justificam seu acompanhamento próximo pelas autoridades de saúde.

    Elaine reforçou que as vacinas disponíveis continuam sendo eficazes contra a nova linhagem. “A expectativa atual é de que as vacinas contra a Covid-19 continuem eficazes contra a infecção sintomática e, sobretudo, contra os casos graves relacionados a essa linhagem”, concluiu.

    Fonte: Governo MT – MT

  • Delegado: estão enriquecendo com pirataria em MT por meio de outlets

    Delegado: estão enriquecendo com pirataria em MT por meio de outlets

    Organizações criminosas também aproveitam o mercado para lavagem de dinheiro e “proteção” de lojas

    DIRETO DA 25 DE MARÇO

    15.09.2025 | 07h00 Tamanho do texto A- A+

    Delegado: estão enriquecendo com pirataria em MT por meio de outlets

    Organizações criminosas também aproveitam o mercado para lavagem de dinheiro e “proteção” de lojas

    Victor Ostetti/MidiaNews

    O delegado Rogério Ferreira, titular da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon)

    O delegado Rogério Ferreira, titular da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), responsável pela Operação Marca Registrada, que combate a venda de roupas de grife falsificadas, afirmou que empresários podem estar usando outlets em Mato Grosso para financiar o crime organizado. 

    Sabemos que uma pequena quantidade de pessoas está enriquecendo com a pirataria em Mato Grosso por meio dessas outlets

    No dia 28 de agosto, a operação foi realizada em seis lojas outlets de Cuiabá e Várzea Grande e apreendeu 20 mil peças de vestuário. 

    “Sabemos que uma pequena quantidade de pessoas está enriquecendo com a pirataria em Mato Grosso por meio dessas outlets, que foram fiscalizadas no último dia 28 por meio da operação Marca Registrada. […] Em regra [os produtos vem] da 25 de Março em São Paulo”, afirmou o delegado em entrevista ao MidiaNews

    As outlets são lojas que teoricamente comercializam produtos de marcas a preços mais acessíveis. No entanto, empresários têm comercializado produtos ilegais, que vem principalmente de São Paulo.

    Embora alguns consumidores saibam da ilegalidade dos produtos, outros são enganados pelas lojas. “Normalmente, os vendedores já são treinados pelos representantes dessas empresas para dizer que se trata de uma outlet, que vende produtos com pequenas avarias por um preço menor, e aí o consumidor é levado o erro”, disse. 

    Além disso, Rogério Ferreira disse crer que algumas empresas podem estar financiando o crime organizado. 

    Leia os principais trechos da entrevista:

    MidiaNews – No final do último mês, a Decon organizou a Operação Marca Registrada. Tem uma extensão dessa operação que está sendo preparada para acontecer? Mais lojas vão ser vistoriadas? 

    Rogério Ferreira – Não podemos falar sobre as investigações em andamento. Estão sob sigilo. 

    MidiaNews – E sobre a informação da quantidade de produtos apreendidos em milhares, pode falar?

    Rogério Ferreira – Nessa primeira fase da operação Marca Registrada, apreendemos mais de 20 mil peças de vestuários. 

    MidiaNews – Um dos empresários afirmou que estava separando notas fiscais das mercadorias e citou que paga impostos, mas isso não significa que o produto dele não é falsificado, certo? O senhor pode me explicar sobre essa situação?

    O fato dele ter ou possuir notas fiscais não quer dizer que o produto seja original. O primeiro ponto que temos a analisar é isso. Você pode ter nota fiscal de produto contrabandeado, de produto falsificado

    Rogério Ferreira – O fato dele ter ou possuir notas fiscais não quer dizer que o produto seja original. O primeiro ponto que temos a analisar é isso. Você pode ter nota fiscal de produto contrabandeado, de produto falsificado. O segundo ponto é: será que ele tem nota fiscal de todos os produtos que estava comercializando ou apenas uma pequena quantidade de notas fiscais para justificar ali durante uma fiscalização, uma tentativa de justificar?

    E um terceiro ponto que quero destacar é que até o momento nenhum empresário entregou nenhuma nota fiscal na Delegacia do Consumidor. Passados aproximadamente 10 dias da Operação Marca Registrada, nenhum empresário apresentou notas aqui. Até porque se apresentarem, essas notas vão ser checadas e pode ser que eles incorram em mais um crime, que é a apresentação de documento falso. 

    MidiaNews – Quais são os principais produtos falsificados aqui em Mato Grosso que são vendidos? 

    Rogério Ferreira – Nós estamos comercializando muitos produtos ligados à área de vestuários, roupas e calçados. Isso é o foco principal do combate à pirataria aqui em Mato Grosso. Mas não só isso. Temos também o contrabando de cigarros e de pneus e de outros produtos que a gente precisa investigar. 

    MidiaNews – E já tem a informação de quanto de lucro essas empresas da operação dessa fase que já aconteceu conseguiam com esses produtos falsificados? 

    Rogério Ferreira – Não temos essa informação até o momento. Agora, sabemos que uma pequena quantidade de pessoas está enriquecendo com a pirataria em Mato Grosso por meio dessas outlets que foram fiscalizadas no último dia 28 por meio da operação Marca Registrada. 

    MidiaNews – Que ainda está acontecendo para verificar se tem outras?  

    Rogério Ferreira – As investigações continuam em andamento.

    MidiaNews – Já se sabe de onde vinham esses produtos? Eram de São Paulo mesmo? 

    Rogério Ferreira – Em regra da 25 de Março em São Paulo. 

    https://youtube.com/watch?v=WCTIrduYX5k%3Fsi%3DrfwTiGagLzyNxfI7

    MidiaNews – Os consumidores compram os produtos sabendo da sua falsificação? 

    Rogério Ferreira – Alguns consumidores têm conhecimento que estão comprando produtos falsificados e o que eles querem mesmo é ostentar ali uma roupa de marca, que tem a logomarca de uma marca conhecida nacional e internacionalmente. Outros consumidores são levados a erro porque são produtos de qualidade relativamente boa e que estão expostos por um preço muito abaixo de mercado mas que normalmente os vendedores já são treinados pelos representantes dessas empresas para dizer que se trata de uma outlet, que vende produtos com pequenas avarias por um preço menor, e aí o consumidor é levado a erro por essas condutas. 

    MidiaNews – Esse crime ocorre somente em lojas fora dos grandes shoppings ou há alguma informação de que lá também pode estar ocorrendo isso?

    Rogério Ferreira – Nós estamos investigando isso ainda. Mas no shopping é mais difícil você ter lojas vendendo produtos piratas, porque o shopping toma um cuidado com isso. Em regra é mais fácil você colocar uma loja na rua do que dentro de um shopping para vender produtos falsificados, o que não impede essas empresas de agirem também dentro de shopping centers.  

    Victor Ostetti/MidiaNews

    Rogério Ferreira, delegado titular da Decon

    MidiaNews – A falsificação, pirataria e contrabando estão acontecendo em uma região específica de Mato Grosso ou estão espalhado no estado? 

    Rogério Ferreira – Está espalhado por todo o estado, em diversas cidades.

    MidiaNews – Há articulação entre grupos criminosos locais e organizações de fora do estado ou até internacionais?

    Rogério Ferreira – Com certeza. Hoje em dia as facções criminosas estão buscando se inserir no mercado em todo tipo de atividade econômica. Principalmente nas atividades ilícitas. Então quando você tem o contrabando de cigarros, quando você tem a venda de produtos piratas por outlets, com certeza as facções criminosas que atuam no nosso país estão de olho nesse mercado. Para lavagem de dinheiro ou para cobrança de algum tipo de proteção ou coisa do tipo. Então essas empresas podem sim estar financiando o crime organizado, as facções criminosas no nosso estado e em todo o país.

    MidiaNews – E aí a Decon atua em combinação com outras delegacias, outros órgãos nesses casos? 

    Rogério Ferreira – Sim, nós estamos em constante integração com outros órgãos da polícia civil e até de outras instituições para o combate às organizações criminosas. 

    MidiaNews – Com a crescente digitalização, as fiscalizações também têm se voltado para o comércio online de produtos falsificados?

    Rogério Ferreira – Claro, nós estamos também no mundo digital procurando prevenir o consumidor desse risco que são os produtos falsificados. 

    MidiaNews – A Decon já encontrou, já vistoriou lojas online em relação a isso? 

    Rogério Ferreira – Estamos investigando lojas online para apurar fatos criminosos praticados por essas empresas. Há diversos inquéritos envolvendo empresas que atuam só no meio online. 

    Estamos investigando lojas online para apurar fatos criminosos praticados por essas empresas. Há diversos inquéritos envolvendo empresas que atuam só no meio online

    MidiaNews – Existem dificuldades enfrentadas pelas equipes da Decon durante essas investigações?

    Rogério Ferreira – Com certeza, nós temos diversas dificuldades, mas com boa vontade e muito esforço nós estamos conseguindo driblar isso tudo e ter bons resultados. 

    MidiaNews – A população pode denunciar casos suspeitos de comércio ilegal? Como funciona esse canal de denúncia?

    Rogério Ferreira – Ela pode fazer a denúncia por meio da Delegacia Digital, no telefone 197 da Polícia Civil onde ela faz uma denúncia anônima, vindo também à Delegacia do Consumidor, que fica aqui no bairro Duque de Caxias 1, e por outros meios, como e-mails da Polícia Civil. Nós temos nas matérias que nós divulgamos por meio do site da polícia sempre tem lá os canais de denúncias para o consumidor. 

    MidiaNews – O senhor tem mais alguma coisa para falar sobre o tema, algo que o senhor acha importante pontuar? 

    Rogério Ferreira – Não, só reforçar essa situação do prejuízo que causa para o Brasil. É o PIB de dois estados do Mato Grosso. Se nós juntarmos o PIB de Mato Grosso com o Mato Grosso do Sul em 2024 é o equivalente ao que o Brasil perdeu com a pirataria no ano. Então é como se nós tirássemos do país, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, tirássemos do PIB do Brasil. Isso é o tamanho do prejuízo que a pirataria traz para o nosso país, para a nossa sociedade.

    E as pessoas não têm noção disso. Países desenvolvidos como Estados Unidos, Coreia do Sul, países da União Europeia como França, Inglaterra, Alemanha, proíbem e coíbem de forma muito forte a pirataria. Para você ter uma ideia, pessoas que ingressam em estádios na Europa usando camiseta pirata, são multadas.

    https://youtube.com/watch?v=0qDgRDz1PXI%3Fsi%3D9TYwGiTmu-395Okx

    Então há um combate à pirataria nesses países desenvolvidos muito forte porque a pirataria causa um mal muito grande à sociedade. Além do prejuízo, que é bilionário como nós vimos aqui, do número de empregos que nós perdemos todos os anos, 400 mil empregos formais aproximadamente, só no ramo de vestuário mais de 80 mil empregos formais todos os anos, nós temos também a lavagem de dinheiro e o financiamento dessas organizações criminosas, essas facções criminosas que ficam constrangendo a nossa sociedade. Isso tudo passa pela pirataria. Nós temos que combater a pirataria para combater o crime organizado. 

    Vendedor de produtos piratas que está se aproveitando das brechas na sociedade para enriquecer 

    MidiaNews – E o que o senhor acha que falta no país e em Mato Grosso para ter essa força como nesses países que o senhor citou contra a pirataria? 

    Rogério Ferreira – O primeiro ponto que eu acho que falta é consciência da sociedade. Consciência de que uma sociedade que tem um grande volume de produtos piratas é uma sociedade doente. A sociedade não enxerga que o combate à pirataria vai trazer benefícios. Benefícios em saúde, educação, segurança, saneamento básico. Ela não enxerga que o combate à pirataria vai trazer recursos para o país, empregos formais, dinheiro no bolso da população.

    Ela vê quem enriquece por meio da pirataria, e muitas vezes faz parte do crime organizado, como um empreendedor de sucesso, quando na verdade ele é só um vendedor de produtos piratas que está se aproveitando das brechas na sociedade, na nossa legislação, para enriquecer e para financiar o crime organizado, as facções criminosas que atuam no nosso país. Nós precisamos combater isso e o combate às organizações criminosas, às facções criminosas passa pelo combate ao contrabando, às falsificações, ao descaminho, à pirataria em geral. 

    MidiaNews – Em relação à legislação, o que o senhor acha que precisa mudar nela, se há algo que precisa mudar para melhorar essa fiscalização?

    Rogério Ferreira – Nós precisamos de penas mais rígidas para os crimes aqui praticados. O legislador tem debatido isso. Houve um aumento nas penas em alguns crimes, mas nós precisamos de mais penas altas e regras processuais penais mais graves para essas pessoas. Prisão e outras facilidades para efetuar a prisão, perda de bens e valores, coisas do tipo. Eu acho que a legislação pode se aperfeiçoar um pouco em relação a isso. 

  • AMPLIAÇÃOProjeto de Dr. João que trata sobre depressão pós-parto, ansiedade e burnout materno é aprovado em 1ª votação na ALMT

    AMPLIAÇÃOProjeto de Dr. João que trata sobre depressão pós-parto, ansiedade e burnout materno é aprovado em 1ª votação na ALMT

    Com a mudança, o mês de maio deixa de ser apenas uma campanha de conscientização e passa a balizar políticas públicas específicas para prevenir, diagnosticar e tratar transtornos como depressão pós-parto, ansiedade e burnout materno.

    A Assembleia Legislativa aprovou em primeira votação, na quarta-feira (10), o Projeto de Lei nº 853/2025, de autoria do deputado estadual e primeiro-secretário da Casa, Dr. João (MDB). A proposta altera a Lei nº 12.618/2024, que criou o “Maio Furta-Cor”, ampliando o alcance da norma e instituindo diretrizes permanentes para a Política Estadual de Atenção à Saúde Mental Materna.

    Com a mudança, o mês de maio deixa de ser apenas uma campanha de conscientização e passa a balizar políticas públicas específicas para prevenir, diagnosticar e tratar transtornos como depressão pós-parto, ansiedade e burnout materno, condições que afetam milhares de mulheres no período da gestação e após o nascimento dos filhos.

    “Não podemos fechar os olhos para um problema que atinge até 25% das mães brasileiras. A depressão pós-parto compromete a vida da mulher, da criança e da família inteira. Este projeto garante diretrizes claras para que o Estado ofereça acompanhamento psicológico, triagem e tratamento adequado, colocando a saúde mental materna como prioridade”, afirmou Dr. João.

    O texto aprovado inclui medidas como a implementação do pré-natal e do pós-natal psicológico, triagem de transtornos mentais na rotina da assistência, apoio profissional para dificuldades comuns após o parto, além de acesso prioritário a consultas e exames psiquiátricos e psicológicos quando houver necessidade. Também prevê capacitação de profissionais da saúde e educação para prevenir a violência obstétrica e a criação de espaços de acolhimento e apoio entre gestantes e puérperas.

    Para o deputado, a alteração é um passo histórico no enfrentamento da depressão pós-parto e no cuidado integral às mulheres.

    “Saúde mental materna é saúde da família. Este projeto significa olhar com sensibilidade para as mães de Mato Grosso e garantir que elas tenham o apoio necessário em um dos momentos mais importantes e desafiadores da vida”, destacou Dr. João.

    O projeto segue agora para segunda votação em plenário antes de ser encaminhado à sanção do governador Mauro Mendes.

  • Profissionais da Educação participam de Audiência Pública sobre Agricultura familiar

    Profissionais da Educação participam de Audiência Pública sobre Agricultura familiar

    Foto: ANDRÉ LUIS

    Atualmente a Secretaria tem cadastrados 16 produtores, que estão fornecendo produtos para a merenda escolar e mais 6 produtores que estão regularizando a documentação para iniciar as entregas

    Profissionais da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer participaram, da Audiência Pública na Câmara Municipal de Várzea Grande sobre o Plano Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A audiência realizada no último dia 10, reuniu diversas autoridades, técnicos e produtores para um diálogo direto sobre a agricultura familiar no município e a aquisição de produtos pela Prefeitura para a merenda escolar.

    Participaram do evento, representantes do Executivo Municipal, incluindo o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, o superintendente operacional do Sistema Escolar, Evaldo Mendes da Costa, procurador da prefeitura e um representante do Indea.

    O superintendente operacional do Sistema Escolar, Evaldo Mendes da Costa, informou que a Secretaria tem cadastrados 16 produtores, que estão fornecendo produtos para a merenda escolar e mais 6 produtores que estão regularizando a documentação para iniciar o fornecimento.

    Evaldo Mendes disse ainda que, atualmente a Merenda Escolar da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer atende 97 escolas com café da manhã e refeição no período matutino, nos Centros de Educação Infantil, CMEI, são ofertados, além do café da manhã e o almoço, também o lanche da tarde e o jantar. Nas escolas do Programa Escola em Tempo Integral (ETI), são servidas 5 refeições aos alunos: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e o jantar, totalizando quase 7 milhões de refeições por ano.

    Fonte: Prefeitura de Várzea Grande

    https://www.varzeagrande.mt.gov.br/profissionais-da-educacao-participam-de-audiencia-publica-sobre-agricultura-familiar

  • Entenda o BRT: como será o sistema e o andamento das obras

    Entenda o BRT: como será o sistema e o andamento das obras

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    O Sistema BRT (Bus Rapid Transit) está em implantação em Cuiabá e Várzea Grande com o objetivo de oferecer um transporte coletivo mais rápido, seguro e eficiente para a população. O projeto prevê corredores exclusivos para ônibus com alta capacidade de passageiros, estações modernas, integração com outros modais e melhorias urbanas ao longo do trajeto, como a construção de um parque linear e a requalificação de calçadas.

    O que é o Sistema BRT?

    O BRT (Bus Rapid Transit) é um sistema de transporte coletivo projetado para oferecer deslocamentos rápidos, seguros e eficientes para um grande número de passageiros. Embora seja popularmente associado apenas a corredores exclusivos para ônibus, o BRT vai além disso.

    O modelo integra uma série de elementos que aumentam a eficiência e a qualidade do serviço: estações modernas, acessíveis e climatizadas, plataformas em nível para embarque rápido, veículos de grande capacidade, bilhetagem antecipada – passagens cobradas nas estações, antes de entrar nos ônibus – e controle inteligente do tráfego, que prioriza a passagem dos ônibus nos cruzamentos.

    Outra característica do BRT é a operação planejada com horários regulares e intervalos curtos, o que reduz o tempo de espera e melhora a previsibilidade das viagens. O sistema de informação comunica aos usuários o horário das próximas viagens. As faixas exclusivas garantem velocidade média mais alta que a do transporte convencional, enquanto a integração com outras linhas amplia o alcance do sistema.

    O BRT em Cuiabá e Várzea Grande

    O projeto do BRT em Cuiabá e Várzea Grande prevê a implantação de dois corredores. O primeiro liga o novo Terminal de Várzea Grande (atrás do aeroporto) até o Terminal do CPA, saindo da Avenida João Ponce de Arruda, passando pela Avenida da FEB, atravessando o Rio Cuiabá e chegando às avenidas Tenente-Coronel Duarte e XV de Novembro. Depois, o trajeto segue pela Prainha/Avenida do CPA até o novo terminal, localizado próximo ao Comando Geral da PM.

    O segundo ramal sai do Terminal do Coxipó, próximo ao viaduto do Parque Cuiabá, e seguirá pela Avenida Fernando Corrêa da Costa, passando pela Avenida Coronel Escolástico até chegar ao centro de Cuiabá.

    Haverá ainda cinco linhas de ônibus dentro do Sistema. Duas linhas são chamadas de paradoras, percorrendo cada um dos corredores do início ao fim e parando em todas as estações. As outras três linhas serão expressas, ou seja sairão de cada um dos terminais em direção ao centro de Cuiabá, com um número menor de paradas ao longo do caminho.

    Requalificação urbana

    O projeto prevê outras melhorias urbanas, tanto na drenagem de águas pluviais, quanto em novas calçadas. Outro importante ponto do projeto é a implantação do Parque Linear da Avenida Historiador Rubens de Mendonça.

    O parque terá início no cruzamento da Avenida Historiador Rubens de Mendonça com a rua Osório Duque Estrada, onde fica localizado o Hospital Ortopédico, e seguirá até o Terminal do CPA, em frente ao Comando Geral da PM, totalizando 6,2 km de extensão.

    O Parque Linear será um espaço próprio para a prática de atividades físicas e de lazer. Ele terá ciclovia e pista de caminhada, além da instalação de outros equipamentos esportivos, promovendo uma integração entre o corredor de transporte e o tecido urbano.

    As travessias de pedestres foram tratadas com pequenas praças urbanas, dotadas de alguns serviços. Em seu trajeto também serão plantadas árvores de espécies do cerrado, adaptadas às condições climáticas locais.

    O que já foi feito

    As obras do BRT foram licitadas pela Sinfra-MT em 2022. O consórcio Construtor BRT foi contratado para executar todo o empreendimento, incluindo a implantação dos dois corredores, construções de estações e terminais, em um valor de R$ 468 milhões. No entanto, a não execução das obras dentro dos prazos estabelecidos levou à rescisão do contrato no início de 2025.

    Leia Também: “Novo quartel vai potencializar ações da PM e será divisor de águas para segurança na Região Norte”, afirma comandante regional

    Este Consórcio implantou as pistas de concreto no município de Várzea Grande, fez obras em calçadas e também alguns trechos da iluminação pública. Um acordo extrajudicial firmado junto ao Consórcio, estabeleceu que eles iriam terminar todas as frentes que estavam abertas.

    Isso significa que o antigo Consórcio é responsável por terminar as obras dos corredores no trecho entre o CREA e a Defensoria Pública, assim como o trecho entre o Viaduto da Sefaz e o Hospital do Câncer, com prazo atual estabelecido para o dia 02 de outubro, o que inclui eventuais correções de trechos já executados.

    Com a rescisão do contrato, ficou estabelecido que novas empresas seriam contratadas para finalizar as obras, divididas em lotes. Para o primeiro lote, que compreende a conclusão das obras dos corredores no trecho entre o CPA e Várzea Grande foi contratado o Consórcio Integra BRT.

    O que está em andamento

    O Consórcio Construtor BRT trabalha para finalizar as correções no asfalto, calçadas, drenagem e sinalização no trecho que está sob sua responsabilidade, principalmente entre o Viaduto da Sefaz e o Hospital do Câncer.

    Já o Consórcio Integra BRT trabalha neste momento na Praça Ulisses Guimarães, que receberá uma série de intervenções como parte do Parque Linear, e no trecho que fica entre a praça e o edifício Queen Elizabeth. A empresa também iniciou os trabalhos na Avenida XV de Novembro.

    O que ainda vai ser feito

    A Sinfra-MT está com o processo de licitação aberto para construir os terminais do BRT no corredor entre Várzea Grande e o CPA. Outros lotes ainda serão licitados, para concluir as obras. Isso inclui o corredor da Avenida Fernando Corrêa, a construção dos terminais, do Centro de Comando e Operações, instalação das estações do BRT, sistema de inteligência e sinalização.

    Fonte: Governo MT – MT

    Fonte: Exclusivo News

    https://exclusivonews.com.br/mato-grosso/entenda-o-brt-como-sera-o-sistema-e-o-andamento-das-obras

  • Causas de Surgimento de Doenças Mentas

    Causas de Surgimento de Doenças Mentas

    As doenças mentais são causadas pela interação complexa de fatores genéticos, biológicos, psicológicos e ambientais. Fatores genéticos podem criar uma predisposição, enquanto eventos estressantes, abuso de substâncias, traumas na infância, problemas na vida adulta (como divórcio ou perda de emprego), infecções e desequilíbrios químicos no cérebro também aumentam o risco de desenvolver um transtorno mental. 

    Fatores Genéticos e Biológicos

    • Predisposição Genética: Ter um histórico de doenças mentais na família pode aumentar o risco. 
    • Anormalidades Cerebrais: Algumas condições médicas, lesões, infecções (como encefalite) ou desnutrição podem afetar o cérebro e contribuir para o desenvolvimento de transtornos mentais. 
    • Desequilíbrios Químicos: Desequilíbrios de substâncias químicas no cérebro, como a serotonina, estão associados a algumas doenças mentais. 

    Fatores Psicológicos e Ambientais

    • Estresse e Trauma:

    Situações de grande estresse na vida, como a perda do emprego, divórcio ou viver em uma zona de guerra, podem desencadear doenças mentais. 

    • Abuso e Abandono na Infância:

    Experiências negativas, como abuso físico, psicológico ou sexual, são fatores de risco importantes. 

    • Abuso de Substâncias:

    O uso de drogas ilícitas e o abuso de álcool podem desencadear ou piorar quadros de doença mental. 

    Fatores Sociais e Culturais 

    • Contexto Social e Econômico: Problemas financeiros, condições de trabalho estressantes, isolamento social e violência na comunidade também influenciam a saúde mental.

    É importante notar que não há uma única causa para as doenças mentais; elas são o resultado de uma complexa teia de fatores interligados. 

    https://www.google.com/search?q=como+surgem+as+doen%C3%A7as+mentais&oq=como+surgem+as+doen%C3%A7as+mentais+&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyCggAEEUYFhgeGDkyCggBEAAYgAQYogQyCggCEAAYgAQYogQyBwgDEAAY7wUyCggEEAAYogQYiQXSAQo1NDY5NGowajE1qAIIsAIB8QVjZMXRiJAB2_EFY2TF0YiQAds&sourceid=chrome&ie=UTF-8#cobssid=s

    fonte

  • Santa Casa não recebe nenhuma proposta de compra

    Santa Casa não recebe nenhuma proposta de compra

    O imóvel que abriga a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá não recebeu nenhum interessado na aquisição, de acordo com comunicado à imprensa publicado pela Justiça do Trabalho.

    A justiça determinou a venda do prédio pelo valor mínimo de R$ 54,7 milhões para quitar dívidas trabalhistas acumuladas pela instituição filantrópica.

    Com a falta de propostas para a compra, a justiça determinou a intimação da comissão de credores para que, no prazo de cinco dias, se manifeste nos autos, “requerendo o que entender de direito, para o prosseguimento da execução”.

    A Santa Casa foi estadualizada pelo governador Mauro Mendes (União) em 2019 através de um contrato de aluguel de R$ 500 mil por mês. Entretanto, Mendes se recusou a pagar a dívida da Santa Casa. Mauro Mendes afirmou que pretende fechar as operações da Santa Casa e transferir os serviços para o Hospital Central, a ser inaugurado.

    O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), prometeu dar um lance pela Santa Casa, mas defendeu que o valor deve ser reduzido. Depois, Abilio afirmou que “não há interesse” do Estado em transferir a Santa Casa para o município e disse que “não foi procurado”.

    Cabe salientar que estamos falando de Saúde Publica  e a centenária Santa Casa já atendeu os Cuiabanos e Mato Grossenses por décadas e precisa se manter aberta e atendendo, seja pelo Governo ou seja pelo Município, os povo deve lutar para que , mesmo com a implantação do Hospital Central a Santa casa continue ativa. Grifo meu

    Uma imagem contendo ao ar livre, edifício, azul, morro

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto. fonte Secom-MT

    Fonte: PnbOnline

  • COMBATE AO TRÁFICO INTERNACIONAL

    COMBATE AO TRÁFICO INTERNACIONAL

    Polícia apreende avião e prende seis pessoas em ação contra o tráfico

    Dos presos, quatro são brasileiros e dois bolivianos; um dos estrangeiros tinha mandado de prisão expedido na Bolívia.

    Redação com assessoria

    Policiais de Mato Grosso apreenderam um avião que era utilizado no tráfico internacional de drogas. A operação foi realizada neste domingo (31.08) em Juara (655 km de Cuiabá) e além da apreensão da aeronave foram presos seis homens, sendo dois bolivianos, suspeitos de tráfico internacional.

    Conforme o Gefron, com apoio da Polícia Federal e Exército, foi identificada uma pista clandestina na área rural do município que estava sendo utilizada para pouso de aeronaves com carregamento de drogas da Bolívia. Com estas informações, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e a Polícia Militar iniciaram buscas pela fazenda suspeita.

    Durante a ação, as equipes identificaram a pista suspeita onde foram encontrados uma aeronave monomotor e uma Toyota Hilux, e os suspeitos sendo, quatro brasileiros e dois bolivianos. Dentro do veículo foi encontrado um tablete de cloridrato de cocaína. Um dos estrangeiros tinha um mandado de prisão expedido na Bolívia.

    Com os suspeitos foram apreendidos três armas de cano longo, munições, além de moeda estrangeira e equipamentos de radiocomunicação e internet. Durante buscas na sede da propriedade de um dos suspeitos, os policiais apreenderam cerca de 200 litros de combustível.

    Os suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Delegacia de Polícia de Juara para autuação criminal e ficaram à disposição da Justiça.

     Matéria  reproduzida do site PNB online

    Fonte: PnbOnline

  • Bazar Solidário da ALMT promove solidariedade e consumo consciente

    Bazar Solidário da ALMT promove solidariedade e consumo consciente

    Evento acontece no dia 5 de setembro, com mais de três mil itens a preços acessíveis; arrecadação será destinada a instituições filantrópicas de Mato Grosso

    A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por meio da Secretaria de Integração Social e Cidadania (Seisc), realiza no dia 5 de setembro, das 8h às 17h, no foyer do Teatro Cerrado Zulmira Canavarros, a 24ª edição do Bazar Solidário. O evento é uma oportunidade única de unir consumo consciente e solidariedade: quem participa garante produtos de qualidade a preços acessíveis e, ao mesmo tempo, contribui para instituições filantrópicas que atendem crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade.

    Serão mais de três mil itens disponíveis, entre roupas, calçados, brinquedos, bolsas, perfumes, móveis e eletrodomésticos. Os preços variam de R$ 5 a R$ 200, com a possibilidade de parcelamento em até quatro vezes para compras acima de R$ 100. Todas as peças passam por triagem, higienização e, quando necessário, pequenos reparos, garantindo que cheguem ao público em ótimo estado. “Nossa ideia é oferecer produtos de excelente qualidade por valores acessíveis e, ao mesmo tempo, arrecadar recursos que farão a diferença para quem mais precisa”, destacou o secretário, Edevandro Guandalin.

    Os recursos desta edição serão destinados a três instituições indicadas pelas patronesses: a Pestalozzi de Jaciara, escolhida pela prefeita Andréia Wagner; o Lar dos Idosos de Tangará da Serra, indicado por Keila Costa, esposa do deputado Dr. João; e a Cia de Sorriso, apontada pela empresária Ruth Semiramys. Em 2024, o bazar arrecadou R$ 152 mil e a expectativa é superar esse valor. “Mais do que números, o que importa é o impacto social. Cada real arrecadado representa esperança e apoio para muitas famílias”, reforçou o secretário.

    Fonte: ALMT

    https://www.al.mt.gov.br/midia/texto/bazar-solidario-da-almt-promove-solidariedade-e-consumo-consciente-e-reforca-o-papel-dos-servidores-na-divulgacao-do-evento/visualizar